25 de março de 2019

Pai, Perdoa-lhes
Texto: Lucas 23:34

Introdução: Lucas 23:33a – “E quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram”. Estas são as palavras solenes que Lucas registra sobre a crucificação de nosso Senhor. Não há grandes detalhes, apenas uma afirmação simples, “ali o crucificaram”.

Este foi o momento no tempo que mudou para sempre a humanidade. Foi lá que o pecado da humanidade encontrou a redenção. Foi na cruz que o eterno e santo Filho de Deus se tornou nosso sacrifício, expiando o pecado.

Não podemos começar a imaginar a agonia que Jesus suportou enquanto estava na cruz. O sofrimento físico teria sido horripilante, mas a presença do pecado sendo colocada sobre Ele teria sido o pior. Quando Jesus ficou pendurado na cruz por seis longas horas, proferiu sete declarações. Nas palavras finais de Cristo, pouco antes de Sua morte, temos um vislumbre de Sua compaixão, obediência e compromisso com o homem caído.

Três dessas declarações foram dirigidas a Deus o Pai. Quatro delas foram endereçadas ao homem. As três dirigidas a Deus foram orações (1º, 4º e 7º). Lucas e João registram três das sete declarações. Mateus e Marcos registram apenas uma e ambos registram a mesma declaração.

Ao se aproximar o Domingo de Páscoa e a ressurreição, quero passar as próximas semanas examinando cada uma das palavras de Cristo na cruz. Hoje lemos a primeira delas. Vamos tomar alguns momentos para considerar as verdades eternas reveladas quando Cristo orou ao Pai: “Pai, perdoa-lhes; porque eles não sabem o que fazem”.

I. Palavras de Soberania

- “Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas”.

A. Um pedido não natural - Devemos ter em mente que Cristo, nosso Senhor, era totalmente Deus e, no entanto, Ele era totalmente homem. Ele sentiu as mesmas emoções que sentimos. Ele sentiu a mesma dor que sentimos. Ele lidou com as mesmas tentações que nós suportamos. Este foi um pedido não natural para a humanidade de Cristo. A carne não quer buscar o bem do ofensor. Quer trazer retribuição pelos erros que o agressor cometeu.

- Como Cristo pendurado na cruz, envolto em carne humana, injustamente acusado e espancado, Ele orou para que o Pai pudesse perdoar os erros cometidos contra o Seu Filho unigênito. Quantos de nós poderiam orar essa oração? Quantos de nós estaríamos dispostos, se pudéssemos? Cristo fez!

B. Um pedido altruísta - Se este fosse um mero homem pendurado na cruz, ele provavelmente teria orado para que Deus julgasse a injustiça da cruz. A humanidade teria desejado que o Senhor derramasse sua ira sobre aqueles que haviam cometido tal atrocidade. Nossas orações teriam sido direcionadas às nossas necessidades e ao desejo de escapar do sofrimento.

- Cristo não está preocupado com o seu bem-estar físico. Ele não está orando para que o sofrimento possa terminar e seus acusadores sejam julgados. Ele não está procurando um meio para escapar dessa terrível tortura e morte. Ele está orando pelas necessidades daqueles que foram responsáveis ​​pela Sua crucificação.

- Cristo fez uma oração altruísta e morreu de forma desinteressada pelas necessidades de toda a humanidade. Ele percebeu que esta era a soberana vontade de Deus e Ele deveria suportar a cruz.

C. Um pedido desimpedido - Neste momento no tempo, Cristo está agora limitado em Seu ministério. Eu digo isso com todo respeito, mas Ele não está mais andando entre as multidões. Ele não está mais curando os enfermos, ressuscitando os mortos, acalmando as tempestades ou expondo a Palavra. Ele agora está separado desse aspecto do ministério, mas isso não significa que Ele está impedido em seu pedido.

- Ele estava pendurado na cruz, espancado e ensanguentado, mas ainda tinha poder com Deus. Ele viveu uma vida perfeita, livre do pecado e ainda tinha a capacidade de conversar com o Pai. Mesmo estando preso à cruz, entregue à morte, Jesus ainda exerce o poder da oração. Que desafio e encorajamento para cada um de nós. Existe poder na oração!

II. Palavras de Simpatia

- Essa também foi uma oração de simpatia, pois Cristo compreendeu bem a necessidade da humanidade. Observe:

A. Sua Persistência“Jesus, porém, dizia”. A palavra dizia é traduzida da palavra grega lego e está no tempo imperfeito. Isso simplesmente indica uma ação contínua. Isso confirma para nós que Cristo orou essa oração mais de uma vez. Ele talvez apenas falasse audível uma vez, mas Ele orou ao Pai, perdoa-os; porque eles não sabem o que fazem de novo e de novo e de novo!

- Eu posso imaginar que quando eles O jogaram no chão para colocá-lo na cruz, Jesus orou esta oração. Provavelmente, quando os espinhos rasgaram sua carne, Ele orou perdoando-os. Enquanto os soldados jogavam por Suas vestes, enquanto a multidão zombava e reclamava, mesmo cuspindo nEle, e mesmo quando a espada perfurava Seu precioso lado, Ele estava orando esta oração!

- Eu não sei sobre você, mas isso faz algo para mim. Cristo continuou a orar por aqueles que O ofenderam. Sua oração não foi uma oração breve e sem pensamento. Ele orou repetidamente por seu perdão.

B. Sua Petição - Cristo poderia ter orado por qualquer coisa naquele momento e ainda assim Seu foco estava na maior necessidade do homem. Ele orou pelo perdão dos pecadores. Ele sabia que eles estavam separados de Deus em pecado. Ele sabia que, a menos que fossem perdoados, seu pecado resultaria em separação e morte eternas.

- Ele não orou ao Pai para condená-los ou destruí-los. Ele não estava buscando juízo e destruição. Ele buscou o perdão deles.

- Ele poderia ter orado por conforto enquanto suportava a dor da cruz. Ele poderia ter orado por força para suportar. Ele poderia até mesmo orar aos anjos do céu para resgatá-lo de seu tormento. Nenhuma dessas petições foi oferecida. Ele implorou a Deus por misericórdia e perdão para os homens pecadores!

C. Sua Paixão - Ninguém poderia duvidar ou negar a paixão de Cristo. Está além da nossa capacidade de compreender o tormento da cruz. Não podemos começar a entender a dor que Cristo suportou. Ele foi flagelado e espancado pelos soldados antes da cruz. A cruz foi concebida como o método mais cruel de execução que o homem poderia suportar. Era para ser uma morte lenta, cheia de sofrimento e dor. Sem mencionar o fato de que Cristo levaria os pecados da humanidade dentro de Seu corpo. Ele, que não conheceu pecado, tornou-se pecado.

- Ao suportar os tormentos da cruz, Sua genuína paixão foi revelada. Seu desejo era ver os homens receberem a salvação. Sua paixão era prover sua redenção. Sua paixão foi o perdão e a reconciliação da humanidade com Deus.

III. Palavras de Sinceridade

- “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem”.

A. A ignorância do homem - Jesus declarou que eles nem sabiam o que estavam fazendo. Eles não perceberam a enormidade da injustiça que estava sendo realizada naquele dia. Muitos desconheciam as mentiras que haviam sido contadas. A maioria desconhecia a santidade e perfeição de Cristo. O Sinédrio e Seus acusadores estavam cientes de que Cristo era inocente, mas a multidão e os soldados foram apanhados no momento. Para muitos, este era apenas outro criminoso, acusado, condenado e sentenciado à morte.

- Suas mentes não haviam compreendido tudo o que estava acontecendo. Eles eram ignorantes do plano de Deus. Eles eram ignorantes do fato de que Cristo era o Messias, Salvador do mundo. Seus olhos ainda não estavam abertos para a verdade.

- Eu me alegro que Deus é paciente e amoroso. Fico feliz que Ele enviou o Espírito Santo para convencer meu coração e abrir meus olhos para a verdade. A ignorância não será um argumento viável quando estivermos diante de Deus e darmos conta de nossas vidas. Nosso bendito Senhor não quer que alguém seja ignorante sobre ele.

B. A indiferença do homem - Certamente havia aqueles que haviam sido expostos à verdade. Havia aqueles que haviam testemunhado os milagres. Eles ouviram Cristo falar com autoridade e poder. Eles reconheceram que Ele não era como os outros homens. Eles sabiam que Jesus era especial e muitos deles O rejeitaram. Eles eram indiferentes a Cristo e sua necessidade por ele. Eles nem estavam conscientes da enormidade de sua decisão.

- Estou convencido de que Cristo estava orando mesmo por aqueles que O rejeitaram. Ele desejou que eles percebessem sua necessidade dEle e se voltassem para Ele para a salvação. Havia aqueles que foram confrontados com a verdade e a rejeitaram. Estes também precisavam de salvação.

C. A inadequação do homem - Nosso Senhor sabia que Ele era a única esperança das humanidades. Aparte Dele eles permaneceriam em seus pecados, condenados diante de Deus. Cristo orou por misericórdia aos homens pecadores. Ele queria que eles tivessem a oportunidade de salvação e perdão do pecado.

IV. Palavras de Suficiência

- Para muitos que olhavam para a colina do Calvário naquele dia, esse homem poderia parecer um fracasso. Ele alegou ser o próprio Filho de Deus. Ele havia falado de Seu reino e reinado. Ele até mesmo teve aqueles que deixaram tudo o que tinham nesta vida para segui-Lo.

- Agora, para eles, parece que foi uma vida vivida em vão. Isso parecia ser um fim trágico para muitos considerados um rebelde e blasfemo. Não há coroa real, apenas uma coroa de espinhos. Não há multidões de seguidores, apenas uma multidão que chorava por sua crucificação.

- Sem dúvida havia aqueles que naquele dia zombaram quando Jesus orou. Eles até gritaram a ele para descer da cruz se Ele fosse de fato o Filho de Deus. Eles o viam como uma fraude, um impostor.

- O mundo pode não ter se importado ou percebido quando Cristo orou na cruz, mas posso assegurar-lhe que o céu prestou atenção. Este era o Filho de Deus. Ele havia sido fiel ao trabalho que Deus o havia chamado a fazer. Ele foi obediente à cruz. Sua vida foi vivida em perfeita harmonia com Deus.

- As orações de nosso Senhor foram ouvidas e elas foram respondidas. Deus teve misericórdia daqueles que estavam ao redor da cruz naquele dia. Ele poupou suas vidas, provavelmente proporcionando outra oportunidade para a salvação. As orações de Cristo foram ouvidas e elas foram suficientes!

- Nós também podemos nos alegrar com a suficiência das orações de nosso Senhor. Ele não está mais na cruz ou no túmulo. Ele ascendeu de volta a Deus no céu, mas não deixou de orar. De fato, Ele está agora fazendo intercessão por nós diante do trono de Deus. Hebreus 7:25 – “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles”. Romanos 8:34 – “Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós”.

Este é um relato comovente do tempo que Jesus passou na cruz. Foi um tempo de sofrimento diferente de qualquer outro jamais suportado. Seu foco não estava na dor, mas nas necessidades da humanidade. Cristo estava preocupado com aqueles que precisavam de um Salvador. Ele orou por um mundo pecaminoso ao sangrar e morrer.

Cristo morreu para que todos sejam perdoados e tenham a vida eterna. Você o conhece como seu Salvador pessoal? Se não, peço-lhe que venha a Ele e o receba. Você ouviu a verdade do evangelho e não tem desculpa. Não fique indiferente como muitos estavam naquele dia.

Crente, talvez você só precisasse ser lembrado de que nosso Senhor continua a interceder em nosso favor. Se você tem uma necessidade, porque não leva-la ao Senhor?

21 de março de 2019

A Prova da Verdadeira Confiança em Deus
A Prova da Verdadeira Confiança em Deus
Texto: I Reis 18:20-40 Leia (20-24)

Introdução: Muitas vezes na vida somos desafiados pelo mundo a mostrar onde está nossa verdadeira confiança. Em que estamos confiando? Qual é a nossa fonte de força? Você já parou para considerar a necessidade de sermos nós quem faz o desafio? Devemos desafiar o mundo que o Deus que responde deixe que ele seja Deus.

Neste texto vemos Elias, o profeta de Deus, caminhando no acampamento no Monte Carmelo. Ele chamou Acabe, o rei perverso, para trazer todo o Israel com ele. Ele também chamou os profetas de Baal e os profetas de Asera que comiam na mesa de Jezabel. Lá ele fez um desafio a eles para ver qual Deus era verdadeiramente Deus.

Muitas vezes na vida somos desafiados e colocados à prova. Nós às vezes nos apegamos às coisas até o último momento que temos que deixar de lado e realmente confiar no Senhor.

A verdadeira confiança em Deus nos dá tremendas habilidades. Também afeta a pessoa de maneiras que o mundo não pode deixar de ver. Aqui estão alguns dos “efeitos” produzidos na vida de Elias por sua confiança em Deus.

I. A Verdadeira Confiança Produz Fé Para Superar as Probabilidades. (V. 20-23)

A. Elias era um profeta que estava desafiando os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal. Ele também estava desafiando os quatrocentos profetas de Asera, que era a esposa de Baal na mitologia Cananéia.

B. Elias ficou diante dos falsos profetas e do povo de Israel e emitiu seu desafio. Ele disse: "Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; mas se Baal, segui-o”. No entanto, as pessoas ficaram em silêncio.

C. Muitas vezes na vida somos superados em número como Elias, ou descomedidos como Davi, ou superados como Pedro na água, mas a verdade é que o Deus a quem servimos é ainda maior, mais forte e capaz de cuidar de nós. Lembre-se de quem enviou Elias!

II. A Verdadeira Confiança Gera a Fé no Inacreditável. (V. 24-26)

A. Elias declarou os termos do desafio quando disse: “Então invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor; e há de ser que o deus que responder por meio de fogo, esse será Deus”.

B. Seu desafio de Deus respondendo pelo fogo nos mostra sua fé no poder sobrenatural de Deus. Ele não estava procurando uma resposta fácil ou demonstração; ele estava buscando a aparição de Deus em pessoa através de uma manifestação de poder.

C. Sempre que chegamos à igreja ou clamamos ao Senhor, devemos procurar que Deus apareça em uma manifestação de poder. Lembro-me das palavras do apóstolo Paulo quando ele disse a um certo grupo que ele não ia a elas com palavras sedutoras da sabedoria do homem, mas em uma demonstração do poder de Deus.

III. A Verdadeira Confiança Elimina o Medo do Fracasso. (V. 27-29)

A. A confiança de Elias em Deus removeu qualquer medo que ele pudesse ter. Ele começou a sentir a necessidade de zombar dos falsos profetas.

B. Elias começou a provocar os profetas, ele disse: “Clamai em altas vozes, porque ele é um deus; pode ser que esteja falando, ou que tenha alguma coisa que fazer, ou que intente alguma viagem; talvez esteja dormindo, e necessite de que o acordem”

C. É realmente reconfortante saber que Deus está sempre disponível. Ele nunca dorme ou dormita. A Bíblia nos diz que os Seus olhos correm para lá e para cá na Terra, procurando por aqueles que são fieis, para que ele possa mostrar-se forte em favor deles.

IV. A Verdadeira Confiança Exige Participação Pessoal. (V. 30-33)

A. Elias mostrou sua confiança; ele não apenas falou sobre ela. Ele consertou o altar; ele pegou as doze pedras; ele construiu um altar em nome do Senhor; e ele fez uma trincheira ao redor do altar.

B. Quantas vezes eu me perguntei, quando ouvia as pessoas cantarem aquela velha canção “Nós temos o poder” se elas realmente acreditavam no que estavam cantando? A verdade é como a canção “Deus dos Montes”, que nos diz como a fé é fácil no monte, mas difícil no vale.

C. Nossa confiança deve ser mostrada. Devemos fazer mais do que falar sobre nossa fé em Deus, devemos mostrá-la.

V. A Verdadeira Confiança Desafia o Incrédulo a Crer. (V. 34-35)

A. Elias pediu que eles acreditassem. Ele lhes disse para encher os cântaros e derramá-los sobre o sacrifício. Eles encheram quatro cântaros e obedeceram a ele. Ele exigiu que fosse feito três vezes, até que a trincheira estivesse cheia.
B. Muitas vezes gostamos de ficar de pé e assistir. Nós nos tornamos espectadores em vez de participantes. Deus está chamando as pessoas para crerem.
C. A nossa confiança deve levar as pessoas a querer conhecer quem nós conhecemos.

VI. A Verdadeira Confiança Faz Com Que os Corações Sejam Guiados de Volta a Deus. (V. 36-40)

A. Elias primeiro mostrou ao povo, no sacrifício da tarde que um homem pode conhecer pessoalmente a Deus. Sua oração foi pessoal.

B. Ele então mostrou a eles através de sua obediência que um homem poderia mover a mão de Deus. Ele disse: “seja manifestado hoje que tu és Deus em Israel, e que eu sou teu servo, e que conforme a tua palavra tenho feito todas estas coisas”.

C. Depois de sua oração de poucas palavras, o fogo caiu. Ele consumiu o sacrifício, madeira, pedras, pó e lambeu a água da trincheira. Então as pessoas caíram em seus rostos e clamaram a Deus. Eles disseram: “O senhor é Deus! O Senhor é Deus!”

Conclusão: Os olhos do povo de Israel foram abertos. Eles começaram a clamar ao Deus vivo e obedeceram a voz de Elias quando ele disse a eles para levarem os profetas de Baal até o ribeiro de Quisom e executá-los.

A confiança pode ser um motivador muito forte. Quando cremos em Deus e em Sua palavra como Elias, então também podemos saber em nosso coração que é tão bom quanto feito.

Aqui está a fé - a confiança que não repousa sobre o que viu, mas nas promessas de Deus.

Nós só precisamos colocar nossa confiança em Deus. Ele nunca nos decepcionará e a confiança é algo que usamos como atitude. A confiança realmente brilha quando a perseguição surge. Podemos ter os mesmos “efeitos” em nossa vida se apenas confiarmos em Deus.
Série: Mensagem Dos Profetas Menores - A Mensagem de Habacuque: Os Justos Viverão Pela Fé
Série: Mensagem Dos Profetas Menores - A Mensagem de Habacuque: Os Justos Viverão Pela Fé
Texto: Habacuque 2:4

“Eis o soberbo! A sua alma não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá”.

Introdução: Nesta série, vamos fazer uma visão geral dos Profetas Menores. O objetivo é (1) entender o tema geral de cada livro e (2) ver quais lições existem para nós.

Neste sermão, vamos ver o que podemos aprender com o livro de Habacuque.

Contexto Histórico

· Nenhuma menção do (s) rei (s) no poder neste momento - apenas uma indicação no texto é a ascensão dos caldeus (1:6; 3:16); isso se refere ao império babilônico.
· Os babilônios derrotaram Nínive / Assíria em 607 aC
· Eles invadiram Judá em 606 aC e tomaram o primeiro grupo de cativos.
· Esta profecia teria sido pouco antes da invasão babilônica.

Tema Geral: Os Justos Viverão Pela Fé

· Citado no Novo Testamento (Romanos 1:17; Gálatas 3:11; Hebreus 10:38) - isso sempre foi responsabilidade do povo de Deus.

· Isto vem no contexto de Habacuque questionando a Deus - porque Deus permite que o mal fique impune (1:2-4); porque Deus estava usando uma nação mais ímpia para punir Seu povo (1:6-7, 13-15)

· O ponto é não borrar as linhas entre o trabalho de Deus e nossa responsabilidade - “Manejar o universo é um negócio de Deus. O homem justo tem suas tarefas diárias para cumprir ... ” (Jack P. Lewis)

Pontos Principais

· O desejo de que Deus lide com o pecado (1:2-4) - ele estava descrevendo a maldade de seu próprio povo; as pessoas que são justas têm um senso de justiça (Jó 21:7-9; Apocalipse 6:9-10)

· Tendência a questionar o plano de Deus - Ele lidaria com o pecado através dos caldeus (1:5-6); eles eram mais do que capazes de realizar a tarefa (1:6-11; Naum 2:13-3:3)

· O Senhor está em Seu santo templo (2:20) - Ele é santo e está acima das nações; é por isso que Deus deve punir o pecado (1:2-4; 2:6, 9, 12, 15, 18); é também por isso que Habacuque não entendeu o que Deus estava fazendo (1:13)

· Regozije-se em Deus, não importa o que aconteça (3:16-19) - o último capítulo é um salmo de louvor a Deus; no entanto, não havia mais nada a fazer além de esperar que a invasão viesse (3:16); Mesmo assim, Habacuque percebeu a necessidade de se alegrar porque, afinal, Deus providenciaria a salvação (3:18).

Lições Para Nós

· Nós devemos viver pela fé - obedecendo ao evangelho (Romanos 1:16-17, 5); não voltar para a lei antiga (Gálatas 3:11-14), onde não há perdão (Gálatas 3:10, 22, 26-27); perseverando até o fim (Hebreus 10:36-39)

· Não devemos questionar as ações / decisões / tempo de Deus - Ele é mais sábio do que nós (1 Coríntios 1:25); orar para que sua vontade seja feita (Mateus 6:10; 26:39)

· Regozijar-se sempre no Senhor (Filipenses 4:4) - mesmo em tempos difíceis (Filipenses 4:11-13) por causa de nossa esperança (Hebreus 10:34)

Conclusão

· Habacuque nos lembra da necessidade de viver pela fé - confiar em Deus porque Ele é santo e justo.
· Em vez de questionar a Deus, devemos servi-Lo como Ele nos chamou e aguardarmos suas promessas.

20 de março de 2019

Capelania: Aprenda Como consolar Quem Precisa
Capelania: Aprenda Como consolar Quem Precisa
Capelania é um ministério espiritual de serviço a Jesus que cuida daqueles que estão, de alguma forma ou por algum tempo, privados do convívio de suas famílias ou da sociedade.

O que é Capelania?

A Capelania pode ser descrita como um serviço de assistência espiritual para o atendimento das necessidades de todos aqueles que por conta da situação em que e encontram (em hospitais ou presídios) ou em decorrência de suas atribuições profissionais (militares, estudantes), sentem-se impossibilitados de receberem um serviço religioso regular. O capelão é, portanto, o instrumento por meio do qual a Palavra será levada a pessoas que se encontram nessas situações.

A Capelania é garantida pela Constituição Federal de 1988, sob a Lei 6923 art. 5 e inciso VII. A Capelania ganhou muita força nesses últimos anos, principalmente no Brasil, pelas lideranças evangélicas, já que os hospitais, presídios, escolas, universidades e outras instituições vêm se preocupando com a qualidade no atendimento das pessoas com carências espirituais, afetivas e emocionais, necessitando de uma pessoa de estímulo e entusiasmo.

O Capelão

O Capelão é um ministro religioso autorizado a prestar assistência e a realizar cultos em comunidades religiosas, conventos, colégios, universidades, hospitais, presídios, corporações militares e outras organizações ou corporações, e que geralmente é oficiado por padre ou pastor. O Capelão é um assistente Religioso e Social. Para isso é necessário o treinamento e capacitação do Capelão para desenvolver suas habilidades dentro das áreas Social e Religiosa com Qualidade.

O principal papel do capelão é prestar cuidados espirituais / pastorais a pacientes / presos, seus familiares e etc. Além disso, o atendimento profissional da capelania fornece cuidados emocionais, religiosos e éticos.
  • Capelania Militar: Prestada por oficiais militares com qualificação militar de Capelão em Quartéis, Corporações, Regimentos, Navios das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), Polícias Militares e Corpo de Bombeiros Militares.
  • Capelania Hospitalar: Prestada por voluntários em Hospitais, Pronto-Socorro, Sanatórios, Saúde Mental, junto a pacientes e profissionais da saúde.
  • Capelania Carcerária: Voluntários em Presídios, Colônias Penais, Prisões, Delegacias e junto aos familiares dos encarcerados.
  • Capelania Escolar / Universitária: Voluntários atuando dentro de Escolas, Institutos, Seminários, Universidades e imediações. Atua junto ao corpo docente, discente e administração.
  • Capelania Institucional: São todos os tipos de capelanias vinculadas a uma instituição social ou privada, com ou sem fins lucrativos.

Leis que embasam a Atividade da Capelania no Brasil

Lei Federal: 6.923 Art. 5º Inciso VII
É assegurada nos termos da lei a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva (hospitais, presídios) – Constituição Federal de 1988

Lei Estadual: 4.622 – 18/10/2005
Art. 1º – Fica no poder executivo autorizado a criar nos hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro o serviço voluntário de Capelania hospitalar, com vistas ao atendimento espiritual fraterno dos pacientes internados e seus familiares. (Governadora Rosinha Garotinho)

Lei 4.154 – 11/09/2003
Altera a Lei 2.994 – 30/06/1998
Art. 1º – Fica autorizado o ingresso de capelães nos hospitais e demais casas de saúde da rede estadual e privada de todos os credos. (Gov. Rosinha Garotinho)

Lei Municipal: 775 – 12/1985
Autorizo o ingresso de Ministros Religiosos solicitados para prestarem assistência religiosa aos enfermos. (Prefeito Marcelo de Alencar)

CURSO COMPLETO DE CAPELANIA

Nestes últimos anos a Universalidade da Bíblia vem desenvolvendo um trabalho importantíssimo para o crescimento do evangelho através da obra social, para isto vem treinando grupos de líderes em todo o Brasil na sua forma interdenominacional, erguendo e alçando uma única bandeira, a do REINO DE DEUS.

A Universalidade da Bíblia no propósito de exercer no Brasil e no exterior o espírito de qualidade e excelência na prestação de serviços sociais e religiosos formando e capacitando um exército de samaritanos para lutar contra as injustiças socioeconômicas, preconceitos e atuar na cura do homem como um todo, proporcionado autoestima, estabilidade moral e espiritual, curando e sarando as feridas contidas em uma sociedade com desigualdades criou o Curso Completo de Capelania.

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18 de março de 2019

Série: Mensagem Dos Profetas Menores - A Mensagem de Obadias: Apatia Para Com Um Irmão
Série: Mensagem Dos Profetas Menores - A Mensagem de Obadias: Apatia Para Com Um Irmão
Texto: Obadias 1:10-11

Introdução: Nesta série, vamos fazer uma visão geral dos Profetas Menores. O objetivo é (1) entender o tema geral de cada livro e (2) ver quais lições existem para nós. Neste sermão, vamos ver o que podemos aprender com o livro de Obadias.

Contexto Histórico

· Este é o primeiro dos Profetas Menores que foi escrito para outra nação - Edom (v. 1); localizado a sudeste de Judá; pessoas descendentes de Esaú (Gênesis 36:8-9)
· Escrito sobre a resposta de Edom à destruição de Judá (v. 12) - provavelmente foi a destruição de Jerusalém pelos babilônios em 586 aC
· Adverte sobre a destruição de Edom pelas mesmas pessoas (v. 7) - destruída pelos babilônios em 582 aC

Tema Geral: Apatia Para Com um Irmão

· O irmão de Edom era Jacó / Israel (v. 10) – a inimizade começou antes de nascerem (Gênesis 25:22-23)
· Edom não ajudou Israel (v. 11) - isso não era algo novo; recusou-se a deixar Israel passar pelo seu território durante as peregrinações do deserto (Números 20:14-21)
· Não somente eles falharam em ajudar, como causaram danos ao seu irmão (Amos 1:11) - eles ajudaram o inimigo (v. 11, 14); eles se regozijaram com o infortúnio de seu irmão (v. 12-13)

Pontos Principais

· Enganados pela arrogância (v. 3) - eles tinham uma falsa sensação de segurança (Amós 6:1); eles viviam nas fendas da rocha (v. 3) e pensavam que estavam seguros (v. 4); ordinariamente, um lugar de proteção, mas sua arrogância levou à sua queda (Provérbios 16:18).
· Traído pelos aliados (v. 7) - aliado com a Babilônia, pensando que isso os ajudaria (Ezequiel 35:10); eles colocaram sua confiança naqueles que não eram dignos de confiança
· O que eles fizeram seria feito a eles (v. 15-16) - Deus disse que ELE faria isto (v. 2, 4, 8); eles acreditavam que tinham a oportunidade de saquear Judá (Ezequiel 35:10); contudo isto aconteceria com eles (v. 19; Ezequiel 35:11)
· Deus faria as coisas certas (v. 17-18) - Judá seria restaurado

Lições Para Nós

· Não devemos nos gabar em nossas circunstâncias / posição (Apocalipse 3:17; Lucas 18:10-14) - a arrogância é enganosa; em vez disso, precisamos aprender / praticar a humildade (Romanos 12:3, 16)
· Não devemos nos “afastar” quando os irmãos precisam de nossa ajuda (Gálatas 6:1-2; 2 Timóteo 4:16) - devem demonstrar amor por nossos irmãos (1 João 3:16); não apenas em palavras, mas em ações (1 João 3:18); Paulo tinha “intensa preocupação” pelo bem-estar espiritual de seus irmãos (2 Coríntios 11:29)
· Devemos lembrar que Deus fará as coisas certas (2 Tessalonicenses 1:6-8) - inclui o nosso tratamento em relação a outros (Mateus 25:41-45); portanto, devemos estar do lado do Senhor (2 Pedro 3:14)

Conclusão

· Obadias nos lembra de como Deus vê os arrogantes e aqueles que não amam seus irmãos
· Precisamos praticar a humildade e ajudar uns aos outros

15 de março de 2019

10 Razões Bíblicas Para Memorizar as Escrituras
10 Razões Bíblicas Para Memorizar as Escrituras
Os cristãos têm o incrível privilégio de conhecer o coração de Deus através da Bíblia. Somos capazes de ver o poder de Deus, seu ódio contra o pecado e sua graça em todas as Escrituras. A Palavra de Deus é um livro de mudança de vida com uma mensagem transformadora de vida.

Uma maneira de estimular a obra transformadora de Deus através de sua Palavra é memorizando as Escrituras. (Um mero conhecimento da Bíblia não levará à nossa transformação, mas sim levar as Escrituras ao coração através da fé e obediência)

Aqui estão dez razões bíblicas para memorizar as Escrituras.

1. Jesus Memorizou as Escrituras.

Jesus citou o Antigo Testamento frequentemente em sua vida e ministério. Ele citou 24 livros diferentes aproximadamente 180 vezes! É claro que ele pensava nas Escrituras como a autoridade suprema na vida e uma maneira de entender o coração e os desejos de Deus. Por que não seguiríamos Jesus conhecendo e confiando na Escritura da maneira que ele fez?

2. Somos Chamados a Memorizar as Escrituras.

Colossenses 3:16 nos diz para "deixar a palavra de Cristo habitar em nós ricamente". Deuteronômio 6:4-9 nos diz para atar a lei de Deus em nossas testas, ensiná-la aos nossos filhos, falar sobre ela onde quer que vamos e fazer dela parte integrante de nossas vidas. Precisamos conhecer as Escrituras antes de podermos ensiná-las ou aplicá-las como Deus deseja.

3. Memorizar as Escrituras Renova Nossa Mente e Transforma Nossa Vida.

Você é uma daquelas pessoas que tem que escrever tudo para que você não se esqueça? Deus sabe que não podemos lembrar ou guardar seus mandamentos sem sermos lembrados deles frequentemente. Esta é uma das razões pelas quais ele nos disse para renovar nossas mentes nas Escrituras diariamente. Ele já escreveu para nós o que precisamos saber!

Romanos 12:2 diz:
“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”
Manter a verdade das Escrituras fresca em nossas mentes nos ajuda no processo de transformação que Deus deseja.

4. Memorizar as Escrituras Ajuda Contra a Tentação.

No tempo de tentação de Jesus no deserto, ele se opôs às palavras enganosas de Satanás com palavras de verdade encontradas nas Escrituras. Embora Jesus seja ele mesmo a Palavra de Deus, ele usou a Palavra escrita de Deus para combater a tentação.

O salmista compreendeu o poder da Palavra em combater a tentação: “Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Salmo 119: 11).

A armadura de Deus, como mencionado em Efésios 6:10-20, menciona apenas uma arma ofensiva: "a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus". É-nos dada uma poderosa arma ofensiva para eliminar palavras falsas e tentadoras, levando-as à morte com palavras de verdade. Conhecer os versículos bíblicos sobre a tentação, o inimigo e nossa armadura espiritual é exatamente como empunhar uma arma poderosa durante a tentação. A Palavra tem poder!

Como você pode lutar contra mentiras se você não tem a Palavra em seu coração e em sua mente em todos os momentos? Você já se sentiu como se estivesse indo para a batalha sem armas? Lutar contra a tentação é apenas mais um motivo para o estudo e a memorização das Escrituras.

5. Memorizar as Escrituras Nos Mantém Puros, Ajudando-nos a Viver em Obediência.

Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o de acordo com a tua palavra. (Salmo 119:9)

Conhecer a Palavra de Deus através da memorização dos versículos da Bíblia é uma ótima maneira de guardar sua vida e ações de acordo com a Palavra de Deus. É um método preventivo para evitar a tentação, porque quando a Palavra de Deus está fresca em sua mente, você evitará mais facilmente a tentação.

6. Memorizar as Escrituras Nos Faz Prosperar e Ter Sucesso.

Essa promessa é mostrada em Josué 1:8:
“Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido”
É vital lembrar que a definição de Deus de ser próspero e bem-sucedido é muito diferente da definição do mundo. Esta não é uma garantia de que teremos automaticamente tudo o que queremos, mas promete uma bênção espiritual, que é muito maior.

O Salmo 1 descreve um homem que se deleita na lei do Senhor meditando sobre ela. Isto leva a prosperar e ser comparado a uma árvore plantada junto a correntes de águas e que dá frutos.

7. Memorizar as Escrituras Nos Permite Encorajar Mais Prontamente os Crentes.

Memorizar as Escrituras dá aos crentes uma grande oportunidade de compartilhar com outros crentes e encorajá-los a viver em obediência, lutar contra a tentação, renovar suas mentes e se conformar mais com a pessoa de Cristo.

Paulo exorta os tessalonicenses em 1 Tessalonicenses 4:18 para estarem prontos para encorajar outros crentes com a verdade. 2 Timóteo 3:16 diz que toda a Escritura é útil para ensinar, repreender, corrigir e treinar em retidão. Conhecer as Escrituras é uma parte vital de ministrar aos outros.

8. Memorizar as Escrituras Nos Permite Compartilhar Melhor Com os Incrédulos.

Somos instados em 1 Pedro 3:15 a estar sempre prontos para defender nossa esperança em Cristo. Devemos memorizar as Escrituras para que possamos andar com os incrédulos através da mensagem de salvação e ajudá-los a entender seus pecados e a necessidade de um Salvador. Falar as palavras de Deus, em vez de as nossas, dará à nossa mensagem mais autoridade e aproveitará o poder que está na Palavra de Deus (Isaías 55:11; Hebreus 4:12; Jeremias 23:29).

9. Memorizar as Escrituras Nos dá Uma Melhor Compreensão de Deus e de Sua Vontade.

Quando conhecemos a Palavra de Deus e a obedecemos, somos capazes de experimentar Deus em um nível mais profundo e experimentar a liberdade que vem somente através da obediência (João 8:31-32; 14:21). Quanto mais fundo conhecemos a Deus, mais profundo conhecemos sua vontade para nós. Romanos 12:2 diz que quando renovamos nossas mentes e somos transformados, seremos capazes de “discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, aceitável e perfeito”.

Que cristão não quer uma melhor compreensão de Deus e sua perfeita vontade?

10. Memorizar as Escrituras Nos Torna Sábios.

A Bíblia é um livro de tremenda sabedoria que pode ter impacto em todas as áreas da nossa vida. Ao memorizar as Escrituras, podemos ter sabedoria conosco em todos os momentos. Lucas 2:52 diz que até Jesus cresceu em sabedoria durante sua vida terrena. Por que não devemos fazer o mesmo?
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  6. Datas bíblicas importantes
  7. Períodos bíblicos para reter na memória
  8. O calendário judaico
  9. Toda a cronologia do Reino dividido
  10. Todos os Reis de Israel e de Judá
  11. Textos famosos da Bíblia inteira
  12. Histórias do Antigo Testamento
  13. Histórias do Novo Testamento
  14. Todos os milagres de Jesus
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14 de março de 2019

Série: Mensagem Dos Profetas Menores - A Mensagem de Naum: Um Deus Zeloso e Vingador
Série: Mensagem Dos Profetas Menores - A Mensagem de Naum: Um Deus Zeloso e Vingador
Texto: Naum 1:2

Introdução: Nesta série, vamos fazer uma visão geral dos Profetas Menores. O objetivo é (1) entender o tema geral de cada livro e (2) ver quais lições existem para nós.

Neste sermão, vamos ver o que podemos aprender com o livro de Naum.

Contexto histórico

· Chamado de “oráculo de Nínive” (1:1) - Jonas também profetizou sobre Nínive por volta de 785 aC; Naum profetizou por volta de 630 aC, aproximadamente 150 anos depois

· Durante o reinado de Assurbanipal - último grande governante do império; Assíria estava no auge

· Algum tempo depois que No-Amon (Tebas) no Egito foi derrubado (3:8)

· Nínive cairia por volta de 607 aC - os babilônios subiriam ao poder depois deles

Tema Geral: Um Deus Zeloso e Vingador

· É assim que o livro abre (1:2) - profetizou a destruição de Nínive (2:8); Deus estaria por trás de sua derrubada (1:14; 2:13)

· Tema muito diferente do livro de Jonas - um Deus benevolente e compassivo (Jonas 4:2); Jonas avisou sobre a derrubada de Nínive (Jonas 3:4); mas Nínive se arrependeu (Jonas 3:5-10); Deus não os castigou naquela época

· Deus não mudou e Sua expectativa dessas pessoas não mudou - já que o arrependimento deles não foi duradouro, Ele causaria sua destruição

Pontos Principais

· O Senhor é tardio em irar-se (1:3) - novamente, isto foi aproximadamente 150 anos depois de Jonas; várias gerações haviam passado (Números 14:18)

· No entanto, Deus castiga os iníquos (1:2) - Ele é “grande em poder” e pode fazê-lo (1:3-6); ninguém é capaz de resistir ao Senhor (1:9, 12); Nínive sofreria uma violenta e sangrenta derrota (2:3; 3:3, 13) e seria envergonhada (3:5-7)

· Eles eram culpados de violência e pilhagem das nações (3:1, 4) - não envolvidos (pelo menos totalmente) no comércio legítimo; eles se enriqueceram sem consideração pelos outros

· Todos os que ouvissem isso se regozijariam (3:19) - eles mesmos seriam saqueados (2:8-10); isso foi particularmente importante para o povo de Deus (1:7) que seria restaurado (1:15; 2:2)

Lições Para Nós

· Deus é abundantemente paciente em relação a nós (2 Pedro 3:9; 1 Pedro 3:20) - o pecado merece punição (Romanos 6:23); ainda assim, Deus não impõe essa punição imediatamente

· A paciência de Deus não é uma desculpa para o pecado (Romanos 2:4-6) - o dia do Senhor virá e devemos estar prontos (2 Pedro 3:10-11, 14)

· Não somos tão grandes como geralmente pensamos que somos (Romanos 12:3) - não estamos acima dos outros (Filipenses 2:3-5) ou acima do padrão de Deus (2 Coríntios 5:10; Apocalipse 20:12)

Conclusão

· Naum nos lembra que, embora Deus seja paciente, Ele acabará punindo os ímpios

· Precisamos ter certeza de não subestimar sua paciência - usemos o tempo que temos agora para nos arrepender

13 de março de 2019

Livro de Apocalipse ou Revelação de Jesus Cristo
Livro de Apocalipse ou Revelação de Jesus Cristo
O livro de Apocalipse é um livro de profecia no fim dos tempos e compreende o último livro do Novo Testamento e da Bíblia.

A palavra grega para o Apocalipse é Αποκαλυψις ou Revelação. A revelação sempre implica o desvelar de algo anteriormente oculto, neste caso, eventos futuros. Como o último livro da Bíblia, o livro do Apocalipse traz à luz o simbolismo encontrado em Gênesis 3:15 no primeiro livro da Bíblia.

A tradição Cristã primitiva identificou o escritor de Apocalipse como o apóstolo João, o Discípulo Amado, enquanto ele estava no exílio na ilha de Patmos, no Mar Egeu. Escrito em simbolismo, o livro sempre foi cercado por mistério e fascinou a humanidade ao longo dos tempos quanto ao seu significado.

O Apocalipse começa com "A Revelação de Jesus Cristo", a profecia revelada ao evangelista João pelo Cristo ressuscitado, "que nos ama e nos libertou dos nossos pecados pelo seu sangue" (1:5).

O livro de Apocalipse é assustador ao mesmo tempo, pois fala da ascensão do maligno, da Grande Tribulação e do fim dos tempos; dramático como descreve a batalha final do bem e do mal; e, acima de tudo, otimista, pois aponta para o triunfo de Jesus Cristo sobre o mal e o alvorecer de uma nova criação.

Apocalipse 1:19 define três períodos de tempo para o livro – “as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de suceder”. O primeiro período de tempo registra a visão do Filho do Homem (Apocalipse 1:10-20). O segundo período de tempo inclui as mensagens para as Sete Igrejas, Capítulos 2 e 3, nas quais a palavra arrependimento - μετανοέω ou metanoia - ocorre sete vezes. O terceiro período compreende o futuro (4-22), que apresenta um efeito de estágio dividido, oferecendo cenas do céu e da terra. O capítulo 4 inicia cenas de adoração celestial, que são intercaladas por toda parte e dão continuidade a este texto intrigante, mas também oferecem contraste com as imagens aterradoras durante a tribulação na terra (7:14). O culto celestial relembra a renovação da Nova Aliança em Cristo.

A esperança é oferecida àqueles que são fiéis ao Senhor e seus mandamentos. Aqueles que sofrem por Cristo serão livrados da hora da provação que cairá sobre o mundo inteiro para testar os habitantes da terra (Apocalipse 3:10). Os anjos são instruídos a não ferir a terra até que os servos de Deus sejam selados em suas testas (7:3). Os espíritos do abismo devem atormentar somente aqueles que não têm o selo de Deus em suas testas (9:4). "Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (14:12).

A Revelação a João frequentemente reflete imagens encontradas nas Escrituras Hebraicas, nosso Antigo Testamento da Bíblia, como os livros de Jó, Daniel e Ezequiel. Por exemplo, o Filho do Homem em Daniel 7:13 é referenciado em Apocalipse 1:13 e 14:14. Jesus se chama o Filho do Homem em todos os quatro evangelhos, cumprindo o destino da figura messiânica no livro de Daniel.

O número sete ressoa em todo o Apocalipse e, muitas vezes, serve como chave para eventos importantes. Há as sete igrejas e os sete selos, trombetas e taças. Existem os sete anjos que estão diante do Senhor (8:2). Também se fala das sete Bênçãos ou Bem-Aventuranças - μακáριος ou makarios - de Apocalipse, como encontradas em 1:3, 14:13, 16:15, 19:9, 20: 6, 22:7 e 22:14. Após a proclamação do Reino de Deus (11:15), sete figuras espirituais são reveladas: a mulher vestida de sol (12:1); o dragão (12:3), aquela antiga serpente de Gênesis, que é chamada de demônio e Satanás (12:9); a criança do sexo masculino, destinada a governar todas as nações com uma vara de ferro (12: 5); Miguel (12:7); a besta do mar (13:1); a besta da terra (13:11), que implantou a marca - χάραγμα ou charagma - da besta; e o Cordeiro de Deus (14:1).

Os anjos aparecem mais de 70 vezes no Apocalipse e desempenham um papel instrumental neste texto profético. Apocalipse descreve o Livro da Vida e dá um aviso sobre o Dia do Juízo. Os únicos a entrar na Nova Jerusalém serão aqueles escritos no Livro da Vida do Cordeiro (21:27).

A Nova Aliança une os seguintes quatro níveis de interpretação: Há a visão preterista, que enfatiza o cumprimento das profecias do Apocalipse no primeiro século; uma visão futurista, que vê o Apocalipse como um calendário para eventos futuros na Terra, uma visão que ultimamente tem sido proeminente na mídia; uma visão idealista, que considera o Apocalipse uma alegoria da batalha espiritual que todo crente deve combater; e a visão histórica, que toma o ponto de vista do Apocalipse, estabelecendo o plano mestre de Deus para a história, do começo ao fim; a pessoa vê o padrão consistente de aliança, queda, julgamento e redenção.

Apocalipse é um livro esplendido!

Você conhece o livro de Apocalipse?

Você sabia que em uma pesquisa recente com estudantes da Bíblia sobre seus conhecimentos a respeito do fim dos tempos, escatologia e Apocalipse:
  • 35% disseram que em suas igrejas não pregam ou não ensinam a respeito.
  • 34% disseram que acham Apocalipse difícil.
  • 29% disseram que têm dúvidas sobre as diferentes interpretações.
E pra mudar esta realidade de uma vez por todas, a Universalidade da Bíblia preparou um curso exclusivo para todos os apaixonados pela Bíblia e pra quem deseja se aprofundar no estudo do livro de Apocalipse e Escatologia!

Curso Especialização no Livro de Apocalipse e Escatologia

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Entenda de uma vez por todas as posições escatológicas sobre:
  • Arrebatamento; Pré-Tribulacionismo, Pós-Tribulacionismo e Meso-Tribulacionismo ;
  • A segunda vinda de Cristo (Parousia, Apokalupsis, Epiphaneia)
  • Reino Milenar, Amilenismo, Pré-Milenismo, Pós-Milenismo e Dispensacionalismo (As 7 dispensações) ;
  • O anti-Cristo, Os quatro cavaleiros do apocalipse, A nova ordem mundial, Fim dos tempos, O grande tribunal, A Nova Jerusalém, Novos céus e nova terra e muito mais!
Doutrina das últimas coisas (escatologia) de forma prática, bíblica e reveladora como você nunca viu!
  • A realidade bíblica do inferno (Sheol, Geena, Tartaro, Hades)
  • Quais são 3 tipos de mortes?
  • Como será o arrebatamento (Hárpadzo) da igreja?
  • Como será a ressurreição dos mortos?
  • O que são as sete cabeças da besta?
  • Como será o tribunal de Cristo?
  • O lugar do tribunal, o juiz do tribunal?
  • Existirá mesmo recompensas como Galardões? Quais os tipos de coroas?

Para quem é o Curso?

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"A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém."(Apocalipse 22:21)

12 de março de 2019

Porque Estudar Teologia?
Porque Estudar Teologia?
Estudar teologia é realmente importante? Essa questão é importante na atual comunidade evangélica porque o ensino sistemático da Palavra de Deus não está presente em muitas igrejas. Diz-se que a teologia não está conectada com a vida real e, portanto, é menosprezada.

Essencialmente, a teologia é o estudo de Deus. É a “fé buscando entendimento”, nas famosas palavras de Anselmo de Cantuária. Ao estudar teologia, procuramos entender quem é Deus e como Deus se relaciona com o mundo. É uma disciplina como nenhuma outra porque muitas vezes reúne vida, fé, pensamento e estudo.

Razões Porque as Pessoas Não Querem Estudar Teologia

Em várias ocasiões, ouvi cristãos atacarem o estudo da teologia. Eles dizem:
“Eu só quero conhecer a Deus e viver uma vida cristã. Eu não preciso entender cuidadosamente o que a Bíblia diz sobre Deus ou Cristo ou o plano de salvação”.
Muitas vezes me pergunto como eles acham que podem conhecer Deus ou ter um relacionamento com Deus quando não querem conhecer a auto revelação nas Escrituras.

Há uma infinidade de razões pelas quais muitas pessoas reagem contra a ideia de estudar teologia. Vamos examinar alguns dos argumentos mais comuns que são dados contra a teologia e um estudo sistemático das Escrituras.

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Os Benefícios da Teologia Sistemática

Quais são alguns dos benefícios de um estudo sistemático da Palavra de Deus? Há uma miríade de benefícios, mas quero mencionar cinco áreas principais em que o cristão lucra com o estudo da teologia.

Primeiro, o cristão que estuda sistematicamente a Palavra de Deus conhece a verdade.

Quando um cristão sabe o que a Bíblia diz sobre algo, ele conhece a própria mente de Deus sobre o assunto. Se ele está estudando a pessoa e a obra de Cristo, a realização de nossa salvação ou os mandamentos éticos de Deus, quando ele sabe o que a Bíblia diz, ele sabe o que Deus diz e, portanto, conhece a verdade sobre o assunto. O estudo sistemático da Palavra de Deus é vital para os cristãos conhecerem e crescerem nas verdades do Evangelho.

A falta de estudo sistemático é evidente na comunidade evangélica. Conhecer a verdade das Escrituras protege o cristão da falsidade, seja o falso ensinamento dos cultos ou a falsidade do irracionalismo e do relativismo da verdade que permeia nossa cultura.

Em segundo lugar, o cristão que estuda sistematicamente a Palavra de Deus tem uma fé forte.

A fé forte é baseada na integridade e nas promessas de Deus. Quando um cristão entende os atributos de Deus, ele sabe que Deus é fiel e capaz de fazer o que ele promete; ele pode fazer o que promete em nossa salvação e em seu cuidado por nós em nossas vidas. As verdades bíblicas da soberania de Deus nos dão força e confiança em nossa vida cristã.

Terceiro, o cristão que estuda sistematicamente a Palavra de Deus é capaz de crescer em obediência a Deus.

É impossível obedecer o que você não conhece. Parte da teologia sistemática é o estudo dos mandamentos éticos de Deus. Quando um cristão conhece os mandamentos de Deus e eles são inculcados em seu pensamento e visão de mundo, ele é capaz de crescer mais efetivamente em obediência a Deus. As Escrituras informam e ligam sua consciência não especulação subjetiva.

Quarto, o cristão que estuda sistematicamente a Palavra de Deus estará equipado para ensinar os outros e fazer discípulos.

Como observamos anteriormente, os cristãos hebreus receberam uma severa repreensão por não conhecer os ensinamentos básicos do evangelho. Eles foram informados de que naquela época eles deveriam ter sido mestres. Há uma expectativa de que todo cristão deve crescer em seu conhecimento da Palavra de Deus para que possa usar seus dons particulares no corpo de Cristo. O cristão deve influenciar positivamente os outros para Cristo e ajudar os jovens cristãos a crescer em sua fé e compreensão.

O estudo sistemático prepara o cristão para instruir os outros e fazer discípulos.

Finalmente, o cristão que estuda sistematicamente a Palavra de Deus estará equipado para influenciar nossa cultura. O fundamento para a ética e a ação moral é o que Deus falou.

O estudo da teologia aborda diretamente as pressões filosóficas que nossa cultura traz contra o cristão. O cristão que conhece as Escrituras não é uma presa fácil para os padrões de pensamento anticristãos de uma cultura que não conhece a Deus. Em 1961, Peter Berger falou do perigo de as igrejas abandonarem a teologia:
“Quando as igrejas abandonam ou não enfatizam a teologia, elas abandonam as ferramentas intelectuais através das quais a mensagem cristã pode ser articulada e defendida. No caos resultante das ideias religiosas, o principal critério deixado à comunidade como parece encontrar seu caminho é, naturalmente, o da conveniência”.
Sem um entendimento forte e sistemático da Palavra de Deus, o cristão não está equipado para resistir à cultura ou influenciá-la positivamente em termos de uma cosmovisão cristã.

Nós temos uma preocupação em ajudar os cristãos a crescer sistematicamente na compreensão da Palavra de Deus. Queremos ajudar e desafiar o povo de Deus a conhecer e aplicar o que Deus revelou nas Escrituras. Nesse sentido, queremos lutar contra a tendência no atual cristianismo de não enfatizar ou ignorar a teologia.

Estudar teologia é importante! É vital para uma vida cristã saudável, produtiva e crescente e para uma igreja eficaz que deseja influenciar essa cultura.

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A Universalidade da Bíblia visa o conhecimento bíblico teológico com a finalidade de formar líderes, pastores e obreiros atuantes com destaque na Obra do Senhor. Portanto, se você deseja ser teólogo reconhecido e aprovado por Deus e pelos homens este é o curso que você precisa.

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10 de março de 2019

Série: Mensagem Dos Profetas Menores - A Mensagem de Miquéias: O Que o Senhor Requer
A Mensagem de Miquéias: O Que o Senhor Requer
Texto: Miquéias 6:6-8

Introdução: Nesta série, vamos fazer uma visão geral dos Profetas Menores. O objetivo é:

1. Entender o tema geral de cada livro e
2. ver quais lições existem para nós.

Neste sermão, vamos ver o que podemos aprender com o livro de Miquéias.

Contexto Histórico

· Profetizado antes do cativeiro assírio em 734 aC - sobre Samaria e Jerusalém (1:1)

· Durante os “dias de Jotão, Acaz e Ezequias reis de Judá” (1: 1) - Jotão fez o que era bom aos olhos do Senhor, mas não tirou os altos (2 Reis 15:34-35); Acaz não fez o que era certo, até mesmo sacrificando seu próprio filho (2 Reis 16:2-3); Ezequias fez o certo, removendo ídolos, nenhum outro rei como ele (2 Reis 18:3-6)

Tema Geral: O que o Senhor Requer

· O verso mais citado é Miquéias 6:8 - também representa o tema do livro; Deus requer justiça, misericórdia e obediência humilde

· As pessoas não conseguiram fazer isso - não houve substituto para isso (6:6-7)

· Deus provaria ser um exemplo de justiça e misericórdia e digno de guiar o seu povo

Pontos Principais

· A sociedade tornou-se corrupta (7:1-6) - idolatria (1:7); opressão (2:1-2); governantes corruptos, profetas e sacerdotes (3:1-3, 5, 11)

· O julgamento estava vindo - da Assíria (5:5) e da Babilônia (4:10); estes contêm profecias de libertação, mas o cativeiro deveria vir primeiro; este é o julgamento

· Deus ofereceu esperança - isso é visto nas profecias contidas no livro; profecia do reino vindouro (4:1-3); profecia de restauração após o cativeiro babilônico (4:10) e libertação dos assírios (5:6-7); profecia da vinda de Cristo (5:2-5)

· Espera pelo Deus da salvação (7:7) - as razões se encaixam nas três coisas que Deus requer (6:8); Deus executaria o julgamento (7:9-13); Deus teria compaixão (7: 18-20); Deus levaria o seu povo (7:14)

Lições Para Nós

· Não devemos ser corrompidos pela sociedade - como Miquéias, vivemos em uma geração perversa e corrupta (Filipenses 2:15); não se conforme ao mundo (Romanos 12:2)

· A salvação vem somente de Deus - Ele é o único que poderia estender a graça levando à salvação (Tito 2:11); não pode ser encontrada fora de Cristo (Atos 4:12); devemos encontrar salvação nEle (João 1:12; Hebreus 5:9)

· Precisamos fazer o que Deus requer - não há substituto para isso; faça justiça tratando os outros com justiça (Mateus 7:12); ame a misericórdia perdoando (Efésios 4:32), seja paciente (1 Tessalonicenses 5:14) e prestativo (Gálatas 6:10); ande humildemente com Deus submetendo-se à Sua vontade (Tiago 4: 6-7) e obedecendo à Sua palavra (Tiago 1:22)

Conclusão

· Miqueias nos lembra do que é importante – fazer justiça, amar a misericórdia, andar humildemente com Deus

· Com tudo o que está acontecendo ao nosso redor, não podemos perder isso de vista.

8 de março de 2019

Manual Completo Pregador Vocacionado – Vale a Pena Adquirir?
Um cínico uma vez definiu a pregação como “a arte de falar no sono de outra pessoa”.

Manual Completo Pregador Vocacionado – Vale a Pena Adquirir?
O problema com os cínicos é que às vezes eles estão corretos. Os congregantes se queixam repetidamente de adormecer durante os sermões de seus pastores.

Os sem-igreja preferem ficar em casa nas manhãs de domingo porque suspeitam do que os frequentadores da igreja já sabem: que é mais confortável dormir em uma cama do que em um banco de igreja.

Recentemente ouvi falar de um pastor na Inglaterra que estava determinado a pregar o mais longo sermão da história. Seu objetivo era falar por no mínimo trinta e seis horas para conseguir entrar para o Livro dos Recordes (Guinness World Records).

O pastor estava esperando que seus congregados apoiassem seus esforços de hora em hora e que a renda extra mantivesse a igreja aberta e seu trabalho seguro. Eu não ouvi se o Reverendo realizou seu objetivo, mas eu acho que suas energias teriam sido melhor gastas tentando pregar o sermão mais interessante do mundo. As pessoas até dariam dinheiro para ouvir esse tipo de mensagem!

A única coisa pior do que ouvir sermões longos e chatos é saber que você está pregando um deles. É uma experiência terrível ficar de pé atrás do púlpito e observar os olhos se fecharem e as cabeças começarem a acenar. Você não quer colocar as pessoas para dormir.

Certamente não é sua intenção aborrecer seus ouvintes com a Palavra de Deus. Pelo contrário, você quer cativar mentes e transformar vidas enquanto prega.

Mas como?

Passei os últimos vinte e um anos como pastor e pregador comprometido em responder a essa pergunta. Porém;

No Manual Completo Pregador Vocacionado, você descobrirá o que aprendi ao longo do caminho. Você descobrirá como entender as histórias das Escrituras e como comunicá-las com integridade.

O objetivo do Manual Completo Pregador Vocacionado é ajudá-lo a aprender a pregar as histórias das Escrituras de uma forma irresistível, inesquecível e transformadora de vida, e fazê-lo sem uma sugestão de compromisso teológico.

Cristo disse a Pedro “alimenta minhas ovelhas”, mas ovelhas adormecidas não se alimentam. Se nós pregadores não pudermos cativar a mente das pessoas, nunca capturaremos suas almas.

Neste E-Book, o pastor Wallace Mello compartilha estratégias incríveis para elaborar e apresentar sermões altamente impactantes, e muitos dos que já acessaram este material, após aplicar, tiveram uma transformação radical em suas pregações.

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Adquirindo o Manual Completo Pregador Vocacionado você estará Preparado, Capacitado, Pronto e Apto para:
  1. Elaborar sermões de qualquer tipo: Temático, Textual e Expositivo
  2. Pregar a Palavra do Senhor sem Medo e sem Timidez
  3. Falar em Público com convicção e transmitir segurança e confiança para os ouvintes
  4. Memorizar o sermão e ter a liberdade de não ficar preso ao esboço
  5. Saber qual texto usar em determinadas ocasiões
  6. Saber como interpretar a Bíblia para pregar
  7. Segurar a Atenção da Igreja para Si durante toda a sua ministração
  8. Usar corretamente as ilustrações e gerar muito mais envolvimento em suas mensagens
  9. Será capaz de ministrar em qualquer situação! Evento, culto, campanha, ceia, congresso, festividade e ar livre
Além disso, na aquisição do extraordinário Manual Completo Pregador Vocacionado você ainda ganha 5 Bônus Exclusivos totalmente de graça:
  1. Coletânea de 5000 sermões altamente inspiradores que servem como ferramenta de consulta no preparo dos seus próprios sermões
  2. Coletânea completa de 2700 ilustrações para tornar seus sermões muito mais envolventes
  3. A biblioteca do pregador contém livros em PDF que são fundamentais e de grande auxílio no preparo de sermões bem elaborados
  4. Grupo de pregadores no WhatsApp - Você ganha acesso ao grupo exclusivo no WhatsApp, onde poderá retirar qualquer dúvida, apresentar novas ideias, compartilhar conhecimento e experiências com outros pregadores.
  5. Vídeo aulas completas ensinando como elaborar um sermão eficaz do absoluto zero
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Oséias disse “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (Oséias 4: 6).

Você será culpado de ferir o rebanho do Senhor alimentando-os com sermões vazios, secos e sem vida?

Aprenda como ser um PREGADOR DE SUCESSO e quais cuidados deve ter com você mesmo para que vidas sejam impactadas e alimentadas por uma mensagem gloriosa vinda dos céus.

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