Série: Sabedoria Para a Vida - A Aquisição da Sabedoria: A Abordagem Adequada - 2 Parte

Para Adquirir Sabedoria Devemos Ser Humildes

A humildade é necessária para adquirir sabedoria. "Quando vem a soberba, então vem a desonra; mas com os humildes está a sabedoria" (11:2). Como a sabedoria vem da instrução e entendimento, devemos ser humildes o suficiente para admitir nossa própria falta de sabedoria e a necessidade de buscá-la. Sem humildade, não vamos crer que precisamos de sabedoria e, portanto, ignorá-la.

"Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal" (3:5-7).

Quando possuímos humildade, vamos entender que há respostas que não temos e orientações que precisamos. Portanto, não vamos "nos estribar em nosso próprio entendimento" ou "não ser sábio aos nossos próprios olhos" Vamos buscar orientação e estar abertos a instrução. No entanto, é importante que obtenhamos a orientação certa. Então Salomão diz que devemos colocar nossa confiança no Senhor. Muitos hoje colocam a sua confiança nos pais, professores ou pregadores para conduzi-los nos caminhos da sabedoria. Enquanto nós certamente podemos ser ajudados pela instrução dos outros (11:14; 15:22; 24:6), é somente quando tal instrução está em harmonia com a sabedoria que vem de cima que nos fará algum bem. Portanto, a nossa confiança não está em outros que possam nos ensinar, mas no Senhor.

"O temor do Senhor é a instrução da sabedoria; e adiante da honra vai a humildade" (15:33).

Em outros lugares Salomão escreve: "O temor do Senhor é o princípio da sabedoria" (9:10). A segunda parte deste versículo nos diz que a humildade é um precursor para a honra. Mais cedo, o homem sábio diz: "Os sábios herdarão honra" (3:35). Honra é uma das recompensas da sabedoria. O fato de que a humildade antecede a honra nos diz que a humildade é necessária para adquirir sabedoria.

"O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia" (28:13).

A confissão de pecado é um ato de humildade. Para confessar, é preciso ser humilde o suficiente para reconhecer seu pecado e admitir isso para os outros. Aquele que tenta esconder seu pecado demonstra uma falta de humildade que vai mantê-lo no seu pecado e no caminho da maldade. O homem com a humildade de confessar e abandonar o seu pecado vai encontrar-se no caminho que leva à sabedoria.

“Na verdade, que eu sou mais estúpido do que ninguém; não tenho o entendimento do homem; não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo. Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Mas amarrou as águas no seu manto? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho? Certamente o sabes! Toda palavra de Deus é pura; ele é um escudo para os que nele confiam" (30:2-5).

Este é o início das "palavras de Agur" (30:1). Ele começa com um pouco de exagero, dizendo que ele é "mais estúpido do que qualquer homem". Seu ponto é que ele era humilde e não confiava em si mesmo para a sabedoria ou compreensão. Em seguida, ele reconhece a grandeza de Deus na criação e manutenção da terra. Porque não há ninguém maior que Deus, ele deposita sua confiança em Deus e Sua Palavra. Mesmo ele sendo "mais estúpido do que qualquer homem", ele não se contentava em colocar a sua confiança em um outro homem que era mais sábio e mais experiente do que ele. Apenas as palavras de Deus são provadas e são capazes de nos proteger dos perigos da maldade. Portanto, devemos "nos refugiar nele"

Como a humildade conduz à sabedoria e a honra, o orgulho leva à destruição.

"A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda. Melhor é ser humilde de espírito com os mansos, do que repartir o despojo com os soberbos" (16:18-19).

O orgulho leva à própria queda. Em outros lugares, Salomão acrescenta a este pensamento: "Mas a humildade precede a honra" (18:12; 29:23). É por isso que ele diz, a longo prazo, é melhor ser humilde, a fim de posteriormente ser exaltado (1 Pedro 5:5-6) "É melhor ser humilde de espírito com os humildes". No entanto, a maioria das pessoas tendem a ser míope ao olhar para o "despojo" imediato que está associado com "os soberbos". Então eles arrogantemente seguem o caminho da gratificação instantânea. No entanto, no final, como eles rejeitaram a sabedoria divina, eles vão tropeçar e, finalmente, ser destruídos.

"Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte" (14:12).

Aquele que se ensoberbece com orgulho confia em seu próprio caminho. Ele rejeita a instrução, porque não acredita que ele precisa. Ele não está disposto a mudar seu pensamento ou sua direção. Jeremias disse: "Eu sei, ó Senhor, que não é do homem o seu caminho; nem é do homem que caminha o dirigir os seus passos" (Jeremias 10:23). Isto é verdade para todos os homens de todos os tempos. Sem aprender de Deus e Seus caminhos, não podemos encontrar o caminho da vida. Quando rejeitamos a sabedoria que vem do alto, não importa que outra direção que tomamos, nós estaremos em um caminho que leva à morte (16:25).

"Vês um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há para o tolo do que para ele" (26:12).

O homem que é "sábio aos seus próprios olhos" é o que rejeitou a sabedoria divina pelo "caminho que parece direito" para ele (14:12; 16:25). Ele é contrastado com o tolo nesta passagem. Portanto, devemos entender o "tolo" deste verso como aquele que simplesmente tem falta de sabedoria, e não alguém que rejeitou a sabedoria. Porque ele só tem falta de sabedoria, há esperança para ele, se ele receber a instrução correta, ele pode adquirir sabedoria. No entanto, aquele que é "sábio aos seus próprios olhos", na sua arrogância, não vê necessidade de ouvir, aprender ou adquirir a sabedoria divina, apesar de sua deficiência de sabedoria ser evidentes para os outros. Salomão oferece dois exemplos para ilustrar este ponto. "Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que sabem responder bem" (26:16). Embora a condição empobrecida e miserável do preguiçoso é evidente para aqueles que o conhecem, na sua arrogância, ele não pode ver a necessidade de mudar nada em sua vida. "O homem rico é sábio aos seus próprios olhos; mas o pobre que tem entendimento o esquadrinha”. (28:11). O homem rico deste verso não é um homem justo que passa a ser abençoado com riquezas. É um homem rico que coloca a sua confiança nas riquezas. Embora ele possa acreditar que ele é totalmente autossuficiente e sua prosperidade é um sinal de que ele tem mais do que a sabedoria o suficiente por conta própria e não necessita de sabedoria de Deus, o homem pobre que tem entendimento (sabedoria divina) será capaz de ver a loucura de sua arrogância.

"Há gente que é pura aos seus olhos, e, contudo, nunca foi lavada da sua imundícia. Há gente cujos olhos são altivos, e cujas pálpebras são levantadas para cima" (30:12-13).

A arrogância faz com que o homem imundo (aquele que está atolado em pecado) acredite que ele é puro. Algumas versões usa o termo com o singular, sugerindo um indivíduo. Outras versões usa o termo geração, o que indicaria um grupo maior. Em ambos os casos, o ponto é sobre aqueles que não querem ouvir os outros que poderiam fornecer-lhes um conselho sábio, se é uma geração mais jovem que se recusa a ouvir a geração mais velha, ou alguém que se recusa a ouvir os outros que poderiam instruí-lo. Aqueles que são arrogantes não ouvem a repreensão e permanecerão em seu pecado.

Para Adquirir Sabedoria Devemos Ser Disciplinados

A disposição para ouvir, o desejo de aprender e o espírito de humildade são essenciais para que se possa adquirir sabedoria. Mas há mais um componente que é necessário - a disciplina. A instrução que ouvimos, aprendemos e recebemos com humildade nos levará pelo caminho da sabedoria. A disciplina nos mantém no caminho certo quando estamos nela. Se nos afastamos do caminho, a disciplina é o que nos leva de volta aos trilhos. Então o sábio diz: "Aplica o teu coração à instrução, e os teus ouvidos às palavras do conhecimento" (23:12).

"Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enojes da sua repreensão; porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem" (3:11-12).

A disciplina não é agradável quando está sendo administrada. A disciplina do Senhor muitas vezes vem até nós hoje em forma de repreensão e correção de Sua Palavra, e as consequências negativas que vêm como resultado de nossa desobediência. Não devemos rejeitá-la ou detestá-la. A razão pela qual o Senhor nos disciplina não é porque Ele nos odeia, mas porque Ele nos ama e quer nos guiar para o caminho certo. O escritor hebreu explicou esta passagem quando ele discutiu o sofrimento que aqueles irmãos estavam experimentando nas mãos de homens ímpios (Hebreus 12:5-10). Somos disciplinados porque temos um Pai Amoroso nos céus que está empenhado em nos erguer corretamente. O escritor hebreu acrescentou: "Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ele têm sido exercitados" (Hebreus 12:11). Em última análise, esta disciplina é para o nosso bem, embora possa não parecer ser de uma perspectiva míope. É por isso que Salomão diz em outro lugar: "O filho sábio ouve a instrução do pai; mas o escarnecedor não escuta a repreensão" (13:1).

"Quem rejeita a correção menospreza a sua alma; mas aquele que escuta a advertência adquire entendimento" (15:32).

Acabamos de notar que a disciplina não é agradável, mas é necessária e, em última análise, para o nosso bem (Hebreus 12:11). A razão pela qual é boa para nós é que através da disciplina ganhamos entendimento que leva à sabedoria. Quem tenta evitar a disciplina pode fazê-lo num esforço para se preservar, mas se olharmos para o futuro, a disciplina nos leva às bênçãos da sabedoria. Aquele que rejeita a disciplina não está ajudando a si mesmo, mas está se prejudicando, mostrando que "menospreza a sua alma".

"O servo não se emendará com palavras; porque, ainda que entenda, não atenderá" (29:19).

O servo era aquele que era obrigado a obedecer às instruções de seu senhor em todas as coisas. Desta forma, é uma comparação adequada com nossa responsabilidade de obedecer ao Senhor. Deve haver mais do que apenas ensinar (“palavras"), caso contrário, o que há para motivar o servo a obedecer? Mesmo que o servo ouça as instruções e as entenda, não há razão para obedecer às instruções sem a ameaça de consequências reais para a desobediência – a disciplina. A disciplina é necessária para motivar alguém que sabe o que é certo para realmente fazê-lo. Embora a disciplina é necessária para que alguém possa aprender, muitos não veem o ponto de tentar aprender. O livro de Provérbios contém algumas passagens que tratam do benefício da disciplina e do resultado final dela.

"Ouve o conselho, e recebe a correção, para que sejas sábio nos teus últimos dias" (19:20).

A versão Almeida Revista e Atualizada traduz a segunda parte deste versículo, "para que sejas sábio nos teus dias por vir". A Versão King James é ligeiramente diferente: "e acabará sendo sábio". O primeiro enfatiza uma progressão de ganhar sabedoria, enquanto o último enfatiza o objetivo de possuir sabedoria no final. Em ambos os casos, a disciplina é sobre o nosso futuro, mais do que o presente. No futuro, a disciplina que nos leva a crescer em conhecimento de Deus resultará em sabedoria, entendimento (12:1) e honra (13:18).

"Porque o mandamento é uma lâmpada, e a instrução uma luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida" (6:23).

Nos versículos anteriores, vimos que a disciplina leva à sabedoria (19:20), à compreensão (12:1) e à honra (13:18). Se isso não bastasse para convencer um dos benefícios da disciplina, o sábio acrescenta aqui que o caminho da disciplina é "o caminho da vida". Isso nos ajudará a evitar problemas nesta vida (6:24-35), assim como na próxima (7:22-27).

"O insensato despreza a correção e seu pai; mas o que atende à admoestação prudentemente se haverá" (15:5).

Conhecendo os benefícios da disciplina, é um tolo que a rejeita. Aquele que é sensato aceitará a disciplina porque sabe que é em última análise para o seu bem.

"Os açoites que ferem purificam do mal; e as feridas penetram até o mais íntimo do corpo" (20:30).

Este versículo menciona a natureza desagradável da disciplina. Embora possamos ser capazes de ver imediatamente o ponto deste versículo no que se refere à disciplina e treinamento das crianças, o princípio se aplica a todo tipo de disciplina. Disciplina não é apenas punir o erro. Também não se trata apenas de sofrer consequências como fato da vida. Há outro propósito para disciplinar - limpar o mal. A disciplina que é devidamente administrada e também é devidamente considerada por aquele que está sendo disciplinado irá ajudá-lo a remover o pecado de sua vida, não apenas externamente, mas de seu coração. Infelizmente, nem todos estão dispostos a aceitar a disciplina como sendo para o nosso bem. Alguns vão rejeitá-la. Isso tem consequências.

"Há disciplina severa para o que abandona a vereda; e o que aborrece a repreensão morrerá"(15:10).

A vereda que está sendo abandonada é o caminho da sabedoria. Aqueles que rejeitam o padrão de Deus e não andam de acordo com ele serão punidos. O objetivo da disciplina (“repreensão") é a correção para aquele que uma vez rejeitou os caminhos de Deus retornará a eles. Aquele que "aborrece a repreensão" continuará no caminho que leva longe da vida e, sem uma mudança apropriada de direção, acabará enfrentando a morte - não a morte física (que todos nós devemos enfrentar), mas a separação eterna de Deus.

"Cessa, filho meu, de ouvir a instrução, e logo te desviarás das palavras do conhecimento" (19:27).

O homem sábio, é claro, não está tentando persuadir seu filho a parar de ouvir a disciplina. Ele está simplesmente explicando as consequências de deixar de ouvir. Ele "se desviará" - indicando não uma possibilidade, mas uma certeza - do verdadeiro conhecimento e sabedoria, seguindo o caminho que leva ao castigo e à morte (15:10).

"O açoite é para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos" (26:3).

O chicote e o freio eram necessários para estes animais porque eles não podiam entender e decidir tomar o caminho certo por conta própria com apenas as instruções verbais de seu dono. Portanto, o chicote e o freio eram necessários para persuadi-los a fazer o que era esperado deles. Quanto mais tempo demorassem para ouvir e responder adequadamente, mais dor e desconforto sentiria o animal. Da mesma forma é, "a vara para as costas dos tolos", aquele que rejeita a disciplina e se recusa a seguir a sabedoria continuará a sofrer as consequências de sua desobediência.

"Aquele que, sendo muitas vezes repreendido, endurece a cerviz, será quebrantado de repente sem que haja cura" (29:1).

O endurecimento da cerviz refere-se a um coração que se tornou caloso. Embora ele possa ser disciplinado para ser corrigido, sua consciência tornou-se cauterizada (1 Timóteo 4:2) para que ele não abandone o seu pecado. Eventualmente, depois de rejeitar a disciplina por tanto tempo, ele será quebrado de repente (ver 6:15), significando que seu pecado o alcançará e ele alcançará o ponto de não retorno. Isto é quando a sua calamidade (6:15) chegar. Chegará um momento no futuro, quando todo aquele que rejeitar a disciplina e continuar no caminho da iniquidade, não terá mais esperança de correção e evitar o destino final da sua loucura.

As passagens que observamos até agora sobre o tema da disciplina têm a ver com o recebimento da disciplina. Mas e se somos nós que precisamos de disciplina e repreender os outros? O livro de Provérbios contém instruções que nos ensinam como devemos administrar a disciplina e nos adverte de como ela será muitas vezes recebida.

"O que repreende ao escarnecedor, traz afronta sobre si; e o que censura ao ímpio, recebe a sua mancha. Não repreendas ao escarnecedor, para que não te odeie; repreende ao sábio, e amar-te-á"(9:7-8).

A afronta que se recebe quando se corrige um escarnecedor é do próprio escarnecedor. Ele não está interessado em aprender o caminho da sabedoria. Ele simplesmente quer fazer o que parece certo para ele. Portanto, se você tentar corrigi-lo, "ele o odiará". Em outro lugar, diz: "O escarnecedor não gosta daquele que o repreende; não irá ter com os sábios" (15:12). Ao invés de responder com gratidão, como o homem sábio, o escarnecedor responderá com insultos dirigidos para aquele que tenta corrigi-lo. É preciso ter uma pele grossa para corrigir os outros, ou então ele logo abandonará suas tentativas.

"O entendimento, para aquele que o possui, é uma fonte de vida, porém a estultícia é o castigo dos insensatos"; "Mais profundamente entra a repreensão no prudente, do que cem açoites no insensato"; "Ainda que pisasses o insensato no gral entre grãos pilados, contudo não se apartaria dele a sua estultícia" (16:22; 17:10; 27:22).

O primeiro verso mencionado acima descreve a disciplina dos tolos como sendo um esforço inútil. A razão para isso é porque o tolo não está disposto a ouvir. Ele não está interessado na verdade. Portanto, qualquer esforço para ensiná-lo será em vão. Aquele com entendimento tem isto porque ele o desejou e trabalhou para obtê-lo. Portanto, por causa de sua boa atitude, qualquer repreensão que é necessária "mais profundamente" nele e o ajuda a crescer. Em contraste, um tolo não tem nenhum desejo de ganhar compreensão. Portanto, a disciplina que ajudaria o sábio, embora possa ser administrada cem vezes ao tolo, não causará nenhuma mudança nele. Embora possa ser esmagado, "contudo sua loucura não se apartará dele"

"Fere ao escarnecedor, e o simples aprenderá a prudência; repreende ao que tem entendimento, e ele crescerá na ciência" (19:25).

Das passagens anteriores, pode parecer que a disciplina dos tolos é inútil. Se eles não vão ouvir e corrigir os seus caminhos, por que se preocupar tentando corrigi-los? A resposta é encontrada no versículo acima. Quando você "fere ao escarnecedor", embora ele possa desonrar, insultar e odiá-lo (9:7-8), outros podem ser ajudados por seus esforços. Embora o escarnecedor não possa mudar, "o simples" que testemunha seus esforços pode aprender a lição que foi destinada para aquele que recebe a disciplina. Como resultado, ele pode tornar-se astuto ou sábio (21:11).

"O que repreende a um homem achará depois mais favor do que aquele que lisonjeia com a língua" (28:23).

Esta é outra passagem que nos lembra que é melhor tentar corrigir alguém do que não, mesmo que nos arrisquemos aos insultos e o ódio que às vezes vêm de alguém que rejeita a disciplina. Lisonjear aquele que precisa mudar não faz nada para ajudá-lo. Repreendê-lo pode resultar em insultos e ódio (9:7-8). Ou poderia levá-lo a "amá-lo" (9:8) enquanto aprende o caminho da sabedoria. "Melhor é a repreensão aberta do que o amor encoberto" (27:5). Melhor repreender alguém na esperança de que ele se arrependa do que lisonjeá-lo e assim fornecer encorajamento implícito para ele permanecer no seu pecado.

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