Série: José: Amargura, Traição E Bênção - Falsas Acusações E Prisão
Texto: Gênesis 39:13-23
Introdução: Em nosso último sermão encontramos José vendido como escravo no Egito. Esta foi, sem dúvida, uma provação terrível para um jovem hebreu, mas mesmo em suas dificuldades Deus foi fiel. Em meio a grande tragédia um vislumbre de esperança brilhou. Ele tinha sido comprado por Potifar, o capitão da guarda do faraó. Deus abençoou a José e ele logo foi elevado para supervisionar tudo o que Potifar possuía. No entanto, não demorou muito para que os ventos da adversidade soprassem mais uma vez.

José foi observado pela esposa de Potifar e ela procurou todas as maneiras imagináveis para seduzi-lo. Não estando disposto a pecar contra Deus ou seu senhor, José repetidamente recusou seus avanços. Ela não desistiu facilmente e continuou pressionando fortemente José. Durante seu último encontro, José fugiu dela ao invés de se entregar a tentação da carne. Enquanto fugia, ela pegou sua capa, que foi deixado em sua mão. Enfurecida pela rejeição, a esposa de Potifar concebeu um esquema horrível para punir José por rejeita-la. Ele logo se encontrou em uma confusão e sofrimento novamente.

Esta passagem lida com as acusações falsas e os danos que elas causaram. José era inocente, mas ele seria condenado pelas mentiras de outro. Certamente que todos nós já tivemos comentários feitos sobre nós que eram falsos. Sabemos a dor de ser acusado de coisas que não fizemos. Infelizmente essas ocorrências acontecem devido à natureza caída da humanidade. Mesmo em face da acusação e represálias, precisamos permanecer fiéis ao Senhor e nossa fé. Vamos observar esse momento difícil na vida de José e as acusações que enfrentou enquanto consideramos: Falsas Acusações e prisão.

I. A Calúnia Nas Acusações. V. 13-18

- Estes versos registram a maneira caluniosa que a esposa de Potifar falou de José. Observe:

A. A Trama. V. 13, 16 – Descobrimos que ela imediatamente viu que José deixara a sua capa em suas mãos enquanto ele fugia dela. Ele sabia a verdade sobre o encontro, e ela também, mas ela começou a inventar uma trama para condenar José. Ele era um hebreu, um escravo em sua casa. Ela era a esposa de um homem poderoso. Ela tinha as provas contra José, embora completamente falsas, seria muito convincente.

- Ao pensar na tragédia nestes versos, lembrei-me do poder do pecado. Enfrentamos um adversário que procura todas as maneiras imagináveis para nos tentar, e se ele não pode levar-nos a sucumbir à tentação, ele trata de arruinar a nossa reputação. Se você está vivendo para o Senhor, honrando-O, posso assegurar-lhe que o inimigo já notou. Ele gostaria de arruinar o seu testemunho.

B. A Propaganda. V. 14-15, 17-18 - Depois de fugir dela, a mulher de Potifar começou a gritar como se José tivesse tentado violentá-la. Ela sabia que os servos iriam ouvir e vir correndo. Se seu plano era para ser bem-sucedido, ela teria que imediatamente fazer a acusação. Seus avanços lascivos foram rejeitados e agora ela estava empenhada em arruinar a vida de José espalhando uma falsa acusação. Ela mostrou a sua história e repetiu a acusação falsa a Potifar também.

- Você observou que ela também tentou fazer os funcionários se sentirem como se eles também de alguma forma tivessem sido violados? Ele trouxe um hebreu para nos insultar. Sua história enganosa teria mais credibilidade com os outros se eles sentissem como se José os tivesse prejudicado também.
 
- A miséria adora companhia. Muitos não se importam de aceitar uma mentira como verdade, não importa o quão absurdo possa parecer. Infelizmente muitos estão mais dispostos a abraçar uma mentira do que a verdade. Muitas vezes, uma vez que uma acusação é levantada, o acusado é considerado culpado, independentemente da evidência. Muitas vidas foram arruinadas por falsa acusação. Devemos ser cautelosos, procurando saber a verdade e abstendo-se de fofocas.

C. O Paralelo. V. 13, 18 - A peça-chave das provas para provar a acusação era a peça deixada para trás. Esta era a segunda vez na vida de José, onde a sua roupa foi usada para espalhar mentiras sobre ele. Seus irmãos usaram a túnica de muitas cores para encobrir suas más ações, fazendo com que Jacó acreditasse que José havia sido morto por animais selvagens. Aqui a esposa de Potifar usa a sua roupa para trazer acusação falsa sobre seu caráter e integridade.

- Devemos entender que o inimigo procura atacar e desacreditar aquilo que somos identificados. José era conhecido por suas vestes. Somos conhecidos para o mundo pela nossa fé e serviço ao Senhor. Ele quer nada mais do que estragar as suas vestes à vista de outros!

II. O Desprezo Nas Acusações. V. 19-20

- Aqui encontramos o engano do acusador e a reação de Potifar a esta falsa acusação. José sofreria por causa de enganos e mentiras. Observe:

A. A determinação. V. 19a“Tendo o seu senhor ouvido as palavras de sua mulher, que lhe falava, dizendo: Desta maneira me fez teu servo...”. Ela havia sido rejeitada e ela estava determinada a cobrir seu pecado e se nivelar com José. Ela sabia que José era inocente e todas as acusações eram falsas, mas ela pressionou Potifar a respeito do assunto. A outra opção era dizer a verdade e isso teria revelado sua infidelidade. E ela não ia fazer isso.

- Mais uma vez temos de ser lembrados da determinação do inimigo. Ele não se preocupa com o seu bem-estar ou a sua reputação. Na verdade, ele quer derrotar e destruir toda a influência cristã. Ele sabe que não pode fazer nada a respeito de nossa salvação ou a vida eterna, mas ele vai fazer tudo o que pode para destruir a nossa influência e arruinar nossas vidas.

- José enfrentou sofrimento e agonia por causa de uma mentira. Quantas vidas e lares são devastados hoje por causa de uma mentira? O inimigo vai dizer-lhe que uma vez não vai doer. Ele vai dizer que ninguém vai saber ou descobrir. Todo mundo está fazendo isso, você também pode. Estas são as mentiras que arruínam vidas. Estamos diante de um adversário determinado. 1 Pedro 5:8 – “Sede sóbrios; vigiai; O vosso adversário, o diabo, como um leão que ruge, anda em derredor, buscando a quem possa tragar”.

B. A Condenação. V. 19b-20“...a sua ira se acendeu. Então o senhor de José o tomou, e o lançou no cárcere, no lugar em que os presos do rei estavam encarcerados; e ele ficou ali no cárcere”. Aqui vemos a indignação de Potifar e as consequências difíceis de sua ira contra José. Alguns comentários afirmam que Potifar presumia que sua esposa estava mentindo, e pegou leve com José. Eles afirmam que ele poderia ter matado José por tal crime. Isso pode muito bem ser o caso, mas Deus estava trabalhando na vida de José, para o bem do seu povo. Potifar pode ter desejado matar José, mas Deus teria que permitir.

- Eu acredito que é evidente que Potifar estava enfurecido com José. Ele queria que ele fosse punido severamente e sofrer por aquilo que ele pensou que havia sido cometido contra sua esposa. Ele foi colocado em uma prisão política, onde aqueles que tinham cometido crimes contra Faraó ou a nação eram colocados. Esta era muito diferente da prisão para criminosos comuns. José foi tratado como um inimigo do Estado. Eu realmente acredito que Potifar destinou José para passar o resto de sua vida na prisão. Mais uma vez, parecia que José havia sido abandonado.

- Enquanto eu considerava o tratamento de José, eu estava novamente lembrando das táticas do inimigo. Seria tolice pensar que Satanás não gosta de destruir literalmente nossas vidas. Ele não está interessado em apenas de impedir você de buscar o Senhor. Ele não quer criar pequenas quantidades de desespero. Ele procura consumir totalmente a nossa alegria e nos deixar em ruína espiritual. Ele sabe que cada crente está liberto da escravidão do pecado, mas ele deseja nos prender através derrota e ruína espiritual. Ele quer destruir nosso testemunho e nos tornar ineficazes para o Senhor.

III. O Soberano Nas Acusações. V. 21-23

- Assim como foi com seus irmãos, José tinha sido traído novamente, mas ele não tinha sido inteiramente abandonado. Mesmo em seus mais sombrios momentos da vida, Deus estava com ele e estava no controle. José é lançado na prisão, mas ele não está sozinho! Observe:

A. A presença de Deus. V. 21“O Senhor, porém, era com José, estendendo sobre ele a sua benignidade e dando-lhe graça aos olhos do carcereiro”. A esposa de Potifar pode ter achado que havia conseguido se vingar de José por sua recusa aos seus avanços. Potifar pode ter pensado que o jovem hebreu iria definhar em seu cativeiro, mas José nunca estava sozinho. Quando ele se encontrou nas profundezas do desespero em uma prisão egípcia, ele encontrou um amigo familiar lá com Ele. Deus sabia a verdade na situação de José. Ele sabia que José era inocente das acusações apresentadas contra ele. José, até o momento, não entendia tudo o que Deus estava fazendo, mas Ele estava fazendo uma obra soberana em sua vida. Lá na prisão, José experimentou a misericórdia e a graça de Deus. Quando parecia que toda a esperança havia ido, Deus se movia a favor de José.

- Isso deve confortar nossos corações em qualquer situação que enfrentamos. Nós nunca estamos fora do alcance dos olhos que tudo vê de nosso Senhor. Nós nunca estamos além de seu alcance. Nós nunca estamos sozinhos nesta jornada da vida. Haverá momentos de desespero, quando parece que fomos abandonados, mas de pé nas sombras da nossa dor está um amigo familiar. Jesus está sempre perto de nós, mesmo quando não podemos vê-Lo ou reconhecer Sua presença. Os salvos são mantidos na mão do Salvador, nunca estão sozinhos.

B. A provisão de Deus. V. 22“o qual entregou na mão de José todos os presos que estavam no cárcere; e era José quem ordenava tudo o que se fazia ali”. A chama da esperança de José se acendeu enquanto na casa de Potifar, mas foi extinta quando ele foi lançado na prisão, mas lá em uma cela escura e solitária, a chama começou a se acender novamente. Toda a esperança não estava perdida. Certamente não era o que ele esperava. Ele não estava rodeado pela família que o amava ou morava em acomodações confortáveis, mas mesmo na prisão, a mão da provisão de Deus estava trabalhando. Tal como aconteceu com Potifar, o guarda da prisão rapidamente percebeu que José era especial. Ele logo foi feito superintendente dos outros prisioneiros. Não havia nenhum direito de se gabar com esta nova posição, mas é evidente que Deus estava trabalhando, fazendo provisão para José.

- Você pode estar em uma situação semelhante, esta noite. Você não está limitado na prisão, mas talvez você se sente como se a última chama de esperança estivesse prestes a ser extinta. Você pode ter questionado qual a necessidade de ir mais longe. A vida é dura às vezes, mas mesmo assim Deus é bom. Temos de aprender a ser grato pelas pequenas bênçãos que desfrutamos todos os dias. Elas não mudam as nossas circunstâncias, mas elas vão torná-los mais suportável e nos permitir suportar. Independentemente do que você enfrenta, se você é um filho de Deus, você é abençoado além da medida. Você é amado do Senhor e Ele vai te acompanhar! Ele não prometeu que a vida seria fácil, mas ele fez a promessa de estar conosco enquanto caminhamos. Entre os espinhos crescem as rosas. Do sofrimento e da dor, as pérolas são formadas. As provações virão, mas as bênçãos seguirão.

C. A paz de Deus. V. 23“E o carcereiro não tinha cuidado de coisa alguma que estava na mão de José, porquanto o Senhor era com ele, fazendo prosperar tudo quanto ele empreendia”. Estou certo de que aos presos nessa época não eram oferecidos as liberdades e os direitos exigidos hoje. Provável que eles eram abusados e maltratados com bastante frequência. Em meio a um ambiente como esse, Deus proveu paz. O guarda da prisão entregou a prisão para José. Ele não se preocupava com as coisas, porque Deus estava prosperando José de tal forma que tudo estava bem. Isso deve ter dado a José uma medida bem-vinda de paz.

- Está além da explicação, mas Deus pode proporcionar paz que excede todo o entendimento. Ele pode trazer a paz no meio de uma tempestade ou nas profundezas de um vale. Nossas vidas podem estar em turbulência em torno de nós, mas o filho de Deus pode experimentar a paz, apesar das circunstâncias externas. Através de Cristo nós desfrutamos da habitação do Espírito. No Espírito há paz.

Conclusão: José sofreu nas mãos de pessoas fraudulentas devido as falsas acusações. Ele foi mesmo obrigado a suportar uma longa pena na prisão, mas Deus nunca deixou. Em toda a sua adversidade, Deus estava lá para liderar e abençoar José.

Em tudo o que lemos esta noite, nós não encontramos nenhuma menção de José reclamando. Ele provavelmente se perguntou por que tudo isso tinha acontecido, mas ele não acusou Deus ou culpou-o. Ele continuou a confiar no Senhor, mesmo quando ele não entendeu. Nós também teremos de enfrentar a adversidade, e quando ela chegar, espero que possamos ser capazes de responder como José.

Encontramos também uma grande figura de nosso Senhor nesta passagem. Ele foi falsamente acusado e condenado. Ele não discutiu em sua defesa. Ele voluntariamente suportou o castigo e o juízo pelo nosso pecado. Ele fez provisão para nossa redenção. Você já colocou sua fé e confiança em Cristo através da salvação? Já o conhece como seu Salvador e Senhor? Se não, procure-o enquanto ele está chamando!

Pr. Aldenir Araujo

José: Amargura, Traição E Bênção: Escravizado No Egito
Texto: Gênesis 39:1-12
Introdução: Pense por um momento como José deveria estar se sentido neste momento da vida. Estou certo de que a longa viagem de Dotã até o Egito foi cheia de dúvidas e incertezas. José tinha sido afastado de um pai que o amava, traído pelos irmãos que o desprezavam, e provavelmente enfrentava também a tentação de acreditar que Deus o havia abandonado. E sobre todas as promessas de suceder seu pai na liderança da família? E sobre as visões dadas por Deus? Ele deveria saber que seus irmãos não gostavam dele, mas vendê-lo como escravo?

Agora, ele encontra-se em um mercado de escravos no Egito. Ele está cercado por pessoas desconhecidas que falam uma língua estrangeira. Ele é levado perante os compradores como nada mais do que um animal a ser comprado e vendido, estando com outros que enfrentam um destino semelhante. Muito para o filho da promessa.

Claramente as coisas estão difíceis para José. A maioria concorda que ele tinha em torno de 17 anos de idade, com um futuro promissor pela frente, mas agora parece que suas esperanças e sonhos estão destruídos enquanto espera o maior lance para levá-lo embora. Embora as coisas estavam difíceis, e José havia sido traído por seus irmãos, Deus não o desamparou. Ele estava cercado por estranhos, mas um amigo estava com ele o tempo todo. Vamos por um momento considerar as circunstâncias desta parte da jornada de José enquanto nós pensamos sobre o tema: Escravizado no Egito.

I. A Compra De José. V. 1

“José foi levado ao Egito; e Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda, egípcio, comprou-o da mão dos ismaelitas que o haviam levado para lá”. (Não há contradição na Escritura a respeito de para quem José foi vendido. A Bíblia fala tanto de midianitas e ismaelitas. Isso se refere às mesmas pessoas. Os comerciantes eram muitas vezes referidos como ismaelitas porque muitos ismaelitas eram comerciantes. José foi comprado e vendido por comerciantes Midianitas). Descobrimos que José foi vendido por ismaelitas a Potifar, capitão da guarda do Faraó. Isso é bastante significativo. José poderia ter sido comprado por qualquer outra pessoa no Egito, mas ele foi comprado por Potifar. Seu trabalho era supervisionar a proteção do rei do Egito e também supervisionar a punição daqueles que incorriam a desfavor do rei.

Portanto, qualquer pessoa que trabalhasse para Potifar iria estar em um local onde ele iria facilmente tornar-se ciente dos prós e contras do governo egípcio. Nós temos a vantagem de saber o que aconteceu mais tarde na vida de José. Ele não conseguia entender isso na época, mas no início de sua escravidão no Egito, Deus estava preparando José para a posição que ele iria ocupar no futuro. As coisas pareciam difíceis para José, mas a mão soberana de Deus estava sempre sobre ele e no controle.

- Alguns diriam que José teve a sorte de ter sido comprado por Potifar. A sorte não estava na equação, mas um Deus soberano estava. Assim é com as nossas vidas também. Sem dúvida, vamos ser forçados a enfrentar situações difíceis. Nós certamente não desejaríamos ser vendidos como escravo, mas mesmo se isso acontecesse, poderíamos ter conforto sabendo Deus estaria no controle absoluto de nossas vidas. Nós só vemos o momento em que estamos vivendo, mas Deus vê o panorama completo. Ele pode e utiliza tempos de adversidade para nos preparar para projetos futuros.

II. A Prosperidade De José. V. 2-4

“Mas o Senhor era com José, e ele tornou-se próspero...” V.2a. Esta declaração resume esta parte da vida de José. José achou favor e graça em Potifar porque ele percebeu que tudo que José trabalhava ou estava no comando prosperava. Todos os seus esforços eram fecundos e José foi promovido para supervisionar todas as posses de Potifar.

- Pode-se considerar a condição de vida de José e perguntar o que era tão próspera sobre tal existência. Afinal de contas ele não era livre para viver como ele escolhesse. No final do dia, independentemente de seu sucesso ou elogios, ele ainda era um escravo. Ele era um hebreu forçado a viver no Egito em cativeiro. No entanto, a Bíblia declara que ele era próspero. A maioria determina a prosperidade por bens materiais, status na sociedade, e, certamente, a liberdade religiosa e social. É evidente que Deus vê a prosperidade de forma muito diferente do que nós. Deus vê a prosperidade do ponto de vista espiritual. José pode ter sido um escravo fisicamente, mas ele estava caminhando com o Senhor e desfrutando da mão de Deus em sua vida.

- Muitos hoje fariam bem em aprender essa verdade valiosa. Tenho conhecido pessoas que desfrutam de prosperidade material, mas são miseráveis espiritualmente e emocionalmente. Por outro lado, eu conheço muitos que o mundo diria que falta prosperidade genuína, mas eles são ricos para com Deus. Estar no centro da vontade de Deus e servi-lo oferece prosperidade e abundância; o mundo não sabe nada. Independentemente da minha posição nesta vida, eu sou um herdeiro de Deus. Fui adotado em Sua família por meio do sacrifício de Seu Filho. Essa é a prosperidade real! Salmo 91:1 – “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará”. Considere como o Senhor viu as igrejas em Apocalipse. Esmirna pensei que eles eram pobres, mas o Senhor tinha um ponto de vista diferente. Apocalipse 2:9 – “Conheço a tua tribulação e a tua pobreza (mas tu és rico) ...”. Agora, considere as reflexões de Laodicéia. Apocalipse 3:17 – “Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu”. Prosperidade é posicional, não material, social ou financeira.

III. A Promoção De José. V. 5-6

– A medida que José continuou servindo Potifar, ele foi nomeado superintendente de tudo o que Potifar tinha. José era o encarregado dos assuntos da casa de Potifar, tanto assim, que Potifar nem sabia tudo o que possuía. José foi promovido como um servidor de confiança.

- Muito pode ser aprendido com a vida de José. Claramente estas não eram condições desejáveis. Provavelmente não passou um dia sequer que José não se lembrasse de casa. Cada dia ele se lembrou da traição e da dificuldade que ele enfrentou, e ainda assim não encontramos nenhum registro dele reclamando. José não era rebelde ou ressentido. Ele simplesmente procurou fazer o melhor de uma circunstância difícil e sua atitude foi notada e recompensada.

- Isso permanece como um desafio para cada um de nós. Todos nós somos forçados a lidar com circunstâncias que não são o que nós desejamos. Como é que vamos responder? Será que vamos agir com ira ou procurar alguém para culpar? Ficamos nós amargurados com os outros por causa de situações atuais? Precisamos ter uma atitude piedosa em tudo o que fazemos. O mundo está assistindo o nosso testemunho. O povo de Deus devem ser os mais felizes, as pessoas que mais trabalham no mundo. Quando a vida se torna difícil e você é forçado a enfrentar dificuldades, lembre-se como nosso Salvador tratou as crueldades da cruz. Ele não agiu com ira ou culpou a Deus. Ele permaneceu fiel, orando a Deus e confiando nele plenamente. Lucas 16:10 – “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; quem é injusto no pouco, também é injusto no muito”.

IV. A Proposição De José. V. 7, 10a, 12a

- As coisas estavam indo tão bem como poderia ser esperado para José, mas não demorou muito para o adversário montar um ataque. Ele havia sido nomeado superintendente de tudo o que Potifar tinha, com exceção de sua esposa. Ela começou a fazer avanços em direção a José querendo que ele se deitasse com ela, uma violação de pecado contra seu senhor e o Deus que ele servia.

- Nós também podemos esperar que o inimigo apresente a tentação, em um esforço para nos derrotar, quando as coisas estão indo bem. Ele usou a mesma tática com José, ele usou com Adão e Eva. Desfrutavam de tudo no Jardim do Éden. A única coisa que eles foram proibidos de participar, era do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Ele usou o fruto proibido como tentação para o pecado. O mesmo aconteceu com José. A esposa de Potifar era naturalmente proibida para José, e ainda o inimigo a usou para tentá-lo a pecar.

- Nós também devemos nos proteger contra o avanço do inimigo. Muitos já foram abençoados além da medida, e ainda Satanás convenceu-os de que a vida não está completa sem comer do fruto proibido. Deus sabe o que é melhor para nossas vidas e estabeleceu limites para nós. Há certas áreas que estão fora dos limites. Nós nunca seremos beneficiados quando desobedecemos a Deus e participamos do que é proibido. Seria sábio entender as táticas do inimigo e andar perto de Deus se esforçando para vencer a tentação. 1 Pedro 5:8 - “Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar” - Efésios 6:10-11 – “Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as ciladas do Diabo”.

V. A Pureza De José. V. 8-10, 12b

“Então ela, pegando-o pela capa, lhe disse: Deita-te comigo! Mas ele, deixando a capa na mão dela, fugiu, escapando para fora”. Dia após dia a esposa de Potifar tentou seduzir José. Embora ele resistisse aos seus avanços, um dia, quando eles estavam sozinhos, ela apertou-lhe para se deitar com ela. José sabiamente fugiu da casa para evitar ceder à tentação.

- O que teria sido uma grande tentação para muitos jovens, mas José se recusou a entrar em tal pecado por um momento de prazer. Ele foi fiel a seu senhor e ele foi fiel a seu Deus. Se ele tivesse cedido, poderia levar um tempo para que outros soubessem, mas, eventualmente, isso teria lhe custado caro. José manteve sua pureza e fugiu da tentação.

- Isso certamente tem aplicação para as nossas vidas relativas a qualquer tentação. Nós temos que entender a atração da carne e o poder da tentação. José respondeu da única maneira possivelmente para vencer; ele fugiu. Não podemos continuar na presença da tentação, se esperamos vencer. Devemos procurar meio de escapar e fugir. 1 Coríntios 10:13 – “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar”.

- Estamos sob a mesma obrigação e partilhamos a mesma responsabilidade. Fomos comprados por um preço. Nossas vidas não nos pertencem mais, para viver como quisermos. Devemos procurar honrar nosso Senhor e Mestre em tudo que fazemos, evitando aquelas áreas que são proibidas. Nós devemos ter um desejo de agradar a Deus também. O Espírito é fiel para revelar áreas que são pecaminosos e prejudiciais para as nossas vidas. Quando Ele convence somos obrigados a responder a Sua convicção e procurar um meio de fuga, a fim de agradar nosso Pai.

Conclusão: Estou certo de que todos podemos nos relacionar a José na vida. Nós não suportamos a escravidão física, mas nossas vidas estão cheias de dificuldades e provações que testam nossa determinação e a nossa fé. Mesmo nas horas mais sombrias precisamos permanecer fiéis ao Senhor. Ele é soberano e está no controle de nossas vidas, trabalhando todas as coisas para o bem daqueles que O amam. Ele pode nos fazer prosperar mesmo nos vales da vida.

Existem áreas em sua vida que precisam de atenção? Você está lutando com um fardo e não consegue fazê-lo por mais tempo? Se assim for, venha a Jesus e receba a força e a orientação que você precisa. Talvez você está lidando com uma tentação especial ou um pecado recorrente. Se assim for, peço-lhe para vir diante do Senhor, confessando seu pecado e sua necessidade. Ele é fiel para guiar-lhe e orientar.

Talvez você não desfruta da presença de Deus no meio das provações, porque você não tem uma relação pessoal com Ele através de Cristo. Se você está na necessidade de salvação, por favor, responda ao chamado do Espírito Santo!

Pr. Aldenir Araujo

Série: José: Amargura, Traição E Bênção: Um Irmão Traído
Texto: Gênesis 37:18-36
Introdução: Em nosso sermão anterior, fomos introduzidos a José, filho de Jacó, nascido de Raquel. Ele era o filho da velhice de Jacó e era muito próximo de Jacó. Eles compartilhavam uma relação especial que os outros irmãos não desfrutavam. José ganhou uma túnica de varia cores de seu pai, revelando sua posição e autoridade. Sendo muito mais jovem que seus dez irmãos mais velhos, isso criou discórdia e conflitos dentro da família. José possuía sabedoria além de sua idade, e Deus revelou a ele a verdade sobre o futuro da família. Isso também causou muito ressentimento para José. Ele era amado profundamente por seu pai, mas odiado por seus irmãos mais velhos.

Hoje à noite nós lemos a passagem relativa a traição de José, o que resultou em José ser vendido como escravo. Os filhos de Jacó suportaram o "sonhador", o máximo que eles poderiam e conceberam um plano cruel e enganador para se livrar de José.

Eu certamente espero que nenhum de nós seja forçado a lidar com uma traição daqueles que amamos, mas há uma grande aplicação para as nossas vidas no texto. José foi odiado por causa de sua proximidade com o pai. Ele era diferente dos outros; ele não participava nas atividades de seus irmãos. Ele foi perseguido pelo homem que ele era. Eu posso garantir-lhe que este mundo não vai abraçar você, se você está comprometido com uma relação estreita com o Senhor. Você será desprezado e rejeitado se você decidir viver uma vida contrária ao mundo.

Embora os irmãos pensaram que tinham se livrado da fonte de sua angústia, a mão soberana de Deus estava trabalhando. Nós nem sempre podemos compreender nossas dificuldades, mas mesmo assim temos de confiar no Senhor e se inclinar sobre ele. Há muito nestes versos a considerar. Eu quero olhar para as atitudes das pessoas envolvidas enquanto nós pensamos sobre: Um irmão traído.

I. A Trama Do Ressentimento. V. 18-20

- Aqui vamos descobrir como os irmãos planejaram e tramaram contra José. Observe:

A. A Conspiração. V. 18“Eles o viram de longe e, antes que chegasse aonde estavam, conspiraram contra ele, para o matarem”. José estava seguindo a instrução de seu pai, indo verificar o bem-estar de seus irmãos, e antes que ele chegasse a eles, eles estavam conspirando para matá-lo. Isto dá a ideia de "ser enganado, trapacear". Indica um plano para ser enganoso, sendo intencionalmente trapaceiro e enganoso. Os irmãos mais velhos não estavam bem com Deus, e não podemos esperar que o mundo lide favoravelmente conosco, especialmente não de uma maneira piedosa.

B. O Desprezo. V. 18“Eles o viram de longe e, antes que chegasse aonde estavam, conspiraram contra ele, para o matarem”. É evidente que eles odiavam José. Alguns leitores lidam de forma desleal com José, atribuindo muito do seu ódio à arrogância de sua parte, mas não concordo com esse ponto de vista. José tinha sido honrado por seu pai. Deus estava claramente trabalhando em sua vida. Ele era apenas o destinatário do favor de Jacó e do Senhor. Os irmãos sabiam que José era diferente e o rejeitavam por isso. Realmente José foi odiado por quem ele era e as convicções que ele sustentava.
 
C. A Dúvida. V. 19, 20b“dizendo uns aos outros: Eis que lá vem o sonhador! Vinde, pois, agora, matemo-lo e lancemo-lo numa das covas; e diremos: uma besta-fera o devorou. Veremos, então, o que será dos seus sonhos”. Os irmãos de José duvidaram da sabedoria que ele possuía. Eles rejeitaram as visões que Deus lhe havia dado a respeito de seu futuro. Eles provavelmente pensaram que José era um pirralho mimado com a cabeça nas nuvens. Eles não tinham confiança na sua capacidade ou no relacionamento que ele tinha com o Senhor.

- Se você servir ao Senhor o suficiente, você vai experimentar aqueles que duvidam de sua fé, e até mesmo do Deus que você serve. Não temos nós todos ouvido daqueles a quem o Senhor salvou e outros questionaram se eles iriam permanecer fieis? O mundo não entende a nossa relação com Cristo ou a nossa perspectiva sobre o futuro. Não podemos permitir que a dúvida de outros dificulte a nossa caminhada com o Senhor ou o nosso compromisso para com Ele.

D. A Deliberação. V. 20a“Vinde, pois, agora, matemo-lo e lancemo-lo numa das covas; e diremos: uma besta-fera o devorou”. Os irmãos de José viram como uma ameaça o seu modo de vida. Eles não admitiram isso, mas eles eram intimidados por ele. Eles tinham um objetivo: livrar suas vidas do "sonhador" e os problemas que ele causava, mesmo que isso significasse, matar e mentir para o pai sobre o que realmente aconteceu.

- Devemos entender, este mundo não se importa conosco e alguns preferia que não existíssemos. Para muitos, os crentes são vistos como um obstáculo ao progresso. Eles acham que o mundo seria melhor se a igreja deixasse de funcionar. Eles fazem de tudo para conseguir o que desejam, mesmo que isso signifique ferir pessoas inocentes e procurar encobrir suas más ações.

II. A Petição De Rúben. V. 21-22

- Descobrimos que Rúben foi um pouco mais gentil com José, mas não permaneceu para com ele como deveria. Observe:

A. Sua Diferença. V. 21“Mas Rúben, ouvindo isso, livrou-o das mãos deles, dizendo: Não lhe tiremos a vida”. Rúben rogou aos outros por medidas menos drásticas. Parece, também que ele estava cansado de José, mas ele não queria matá-lo. Estou convencido de que ele desejava livrar suas vidas de sua influência, mas ele não era a favor de danos físicos.

B. Seu Desejo. V. 22“Também lhes disse Rúben: Não derrameis sangue; lançai-o nesta cova, que está no deserto, e não lanceis mão nele. Disse isto para livrá-lo das mãos deles, a fim de restituí-lo a seu pai”. Inicialmente Rúben procurou livrar José da conspiração dos seus irmãos. Eu honestamente acredito que ele queria entregar José em segurança para Jacó. Esta opção foi oferecida em vez de derramamento de sangue inocente.

- No entanto, não podemos manter Rúben inocente neste esquema mal. Notamos que ele ficou angustiado quando descobriu que José não estava na cova, Vv.29-30. Certamente ele temia contar a Jacó que algo tinha acontecido com ele, mas ele não fez nada para parar a injustiça para com José. Os irmãos concordam em mentir para Jacó sobre a morte de José e Rúben vai junto com o plano. Ele poderia ter sido, pelo menos honesto com Jacó, mas ele escolheu abraçar a mentira.

III. A Progressão Do Ressentimento. V. 23-28

- À medida que continuamos a mover através do texto, vemos a progressão prejudicial de ressentimento e ódio. Observe:

A. A Agenda. V. 23“Logo que José chegou a seus irmãos, estes o despiram da sua túnica, a túnica de várias cores, que ele trazia”. Aqui encontramos a motivação para tudo isso. Eles desprezavam José e sua túnica de várias cores. Eles eram intimidados pela posição que ele tinha obtido e eles estavam determinados a se livrar de José a qualquer custo. Seus desejos e agenda na vida não seria prejudicado por qualquer pessoa, até mesmo um irmão.

- Nunca devemos subestimar o poder e a sedução do pecado. Muitos hoje não vão se deter por nada para satisfazer a carne. Vemos crianças, amigos e família abusados e abandonados em um esforço para obter os desejos pessoais.

B. A Apatia. V. 24“e tomando-o, lançaram-no na cova; mas a cova estava vazia, não havia água nela”. Não houve preocupação com o bem-estar físico de José. Ele foi lançado em um poço sem água, e não há nenhuma menção de qualquer coisa ser oferecida a ele. Aqui nós temos uma imagem clara do ódio deles para com José. Eles não se importavam se ele estava vivo ou morto.

C. A Arrogância. V. 25a“Depois sentaram-se para comer...” Tenha em mente que José estava no poço. Ele não tinha água para beber e nem comida para comer. Eles vieram com um plano diabólico para se livrar do irmão e mentir para o pai, e ainda assim eles não se preocupavam. Não há nenhum remorso por suas ações. Para eles, é algo comum. Eles nunca imaginaram que teriam de enfrentar seu pecado no futuro, ou que suas mentiras seriam descobertas.

D. O Abandono. V. 25b-28 - Os irmãos concordam em vender José como escravo para os midianitas por vinte moedas de prata. Ele foi vendido como escravo sem qualquer remorso. José foi traído e abandonado por aqueles que deveriam cuidar dele e oferecer proteção. Sua vida não valia mais para eles do que a de um escravo comum. Você pode imaginar como ele deve ter se sentido quando ele foi amarrado e levado, sabendo que seus irmãos eram responsáveis?

- Aqui José figura nosso Senhor. Ele veio para os seus e os Seus não O receberam. Ele foi traído por um amigo; vendido por trinta moedas de prata, o preço de um escravo. Você pode imaginar como Jesus deve ter se sentido?

IV. A Perplexidade Da Vingança. V. 31-36

- Os irmãos chegaram a um plano, mas o pecado e a mentira nunca são simples. Sempre tem consequências. Eles tinham feito uma decisão que afetaria eles e toda a família para os próximos anos. Observe:

A. O Engano. V. 31-32 - Eles mataram um cabrito e aspergiram o sangue sobre a túnica de José para fazer parecer como se ele tivesse sido morto por um animal selvagem. Eles, então, pegaram a túnica de muitas cores para Jacó e não ofereceram nenhuma explicação. Eles permitiram que Jacó chegasse a uma conclusão provável que eles lhe anteciparam fazer. Nenhum dos dez disse uma palavra sobre o que realmente aconteceu com José.

B. O Desespero. V. 33-35 - Estes versículos revelam a dor e a tristeza de Jacó sobre a perda de seu filho. Jacó acreditou que José estava morto e ele nunca mais o veria.

- Isto é o que me incomodou nestes versos. Os irmãos fingiram consolar Jacó em seu sofrimento, sabendo a verdade sobre José o tempo todo. O ódio deles por seu irmão excedeu o amor pelo pai. Eles estavam dispostos a ver o pai sofrer graves tormentos, a fim de viver a vida que desejavam. O pecado não faz acepção de pessoas e não se detém diante de nada para ser realizado.

C. A Angústia. V. 36“Os midianitas venderam José no Egito a Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda”. Como veremos nos próximos estudos, este foi o início de uma longa e difícil jornada para José. Ele será forçado a suportar muita dor e sofrimento nos próximos anos. Claramente seus irmãos tiveram uma mão em seu sofrimento.

- Você pode argumentar que eles eram responsáveis por seu sofrimento, e até certo ponto eu concordo com você. Vamos descobrir, no entanto, que Deus tinha um plano maior para José e Ele usaria sua escravidão e sofrimento para libertar Israel.

- Embora Deus tivesse um plano, seu plano não tolerava o comportamento perverso dos irmãos de José. Pessoas inocentes sofreram por causa do desejo deles de pecar. Esta verdade não mudou. Deus nunca está satisfeito com o pecado e nunca pecamos sem consequências. Nossas decisões criam consequências, e muitas vezes o inocente sofre por causa das más decisões de outros. Devemos buscar uma vida de retidão perante o Senhor, e nos esforçar para honrá-lo e evitar o sofrimento desnecessário de outros.

Conclusão: Este é um relato trágico nas Escrituras. José foi traído e maltratada por sua própria família. Aqueles que deveria o amar, viraram as costas para ele. Ele não entendia tudo isso na época, mas Deus estava com ele a cada passo do caminho. Ele usaria o sofrimento de José para o seu bem e para o bem daqueles que amava.

Eu sei que houve vezes em nossas vidas quando fomos maltratados por outros. É fácil ficar amargo em momentos como esse, e se não tivermos cuidado, até ser tentados a culpar a Deus.
Em nossos momentos difíceis, nós precisamos olhar para Jesus. Ninguém sofreu como ele sofreu. Ele era inocente e santo, e ainda assim Ele carregou o nosso pecado e vergonha. Ele nos amou a ponto de morrer por nós e Ele prometeu nunca nos abandonar. Se você está em meio a um julgamento, olhe para Jesus. Se você ainda não foi salvo, Ele te ama e quer salva-lo. Venha a Ele, hoje!

Pr. Aldenir Araujo

Série: José: Amargura, Traição E Bênção - O Filho Introduzido
O Filho Introduzido # 1

Texto: Gênesis 37:1-11
Introdução: Hoje à noite eu gostaria de começar uma série intitulada: José: Amargura, Traição e Bênção.

Através desta série, espero descobrir as muitas verdades reveladas na vida de José, recolher instrução e discernimento para as nossas vidas cristãs.

Alguns poderão argumentar que há pouco sentido em tomar o tempo para estudar a vida de José. Eu certamente discordo, principalmente porque sua vida está escrita na Palavra de Deus, mas há outros benefícios também. Grande parte da última parte de Gênesis é dedicada a José. Se não fosse por conta de sua vida, não teríamos uma boa compreensão da história de Israel e do Êxodo.

Sua vida também se destaca como um grande exemplo e incentivo pelo caráter divino e perseverança na adversidade. Uma das maiores razões para estudar a vida de José é o fato de que ele é uma representação de Cristo no Antigo Testamento. Ele permanece como um tipo ou figura da vinda do Messias.

Assim, sem mais introdução, vamos examinar as observações da vida de José revelada no texto enquanto nós consideramos: o Filho Introduzido.

I. A Virtude de José. V. 2

“Estas são as gerações de Jacó. José, aos dezessete anos de idade, estava com seus irmãos apascentando os rebanhos; sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia a seu pai más notícias a respeito deles”.

- Dentro desta introdução de José, descobrimos muito sobre sua virtude. Primeiro, notamos:

A. Sua Inocência. (2a) – “José, aos dezessete anos de idade, estava com seus irmãos apascentando os rebanhos” Não me refiro à inocência de forma a sugerir que José vivia livre do pecado, mas quando começamos a aprender de José nos parece que ele era um homem jovem, não contaminado pela sedução e imoralidade do mundo. Até este ponto, ele vivia sob a educação e cuidados de seu pai, Jacó.

- Vamos descobrir, ao estudarmos a vida de José, que ele continua comprometido com os ensinamentos de seu pai, e o Deus que ele servia. José retrata o compromisso e a determinação que todos nós precisamos, jovens e velhos. Nossos jovens são bombardeados por muitas coisas em nossos dias, tentados a ir a maneira do mundo. Precisamos incutir-lhes os princípios divinos e a doutrina bíblica quando ainda crianças. José foi cercado por muito mal e ainda assim ele permaneceu puro, perante o Senhor.

B. Seu Investimento (2a) - “José, aos dezessete anos de idade, estava com seus irmãos apascentando os rebanhos”. Estes são os primeiros detalhes que temos de José, aos 17 anos de idade. Ele é mencionado quatro vezes anteriormente em Gênesis, mas apenas como o filho de Jacó e de Raquel, e irmão de Benjamin. Raquel morreu dando à luz a Benjamin, então José estava sendo criado sem sua mãe.

- É evidente que José enfrentou a adversidade em uma idade muito jovem. Estes fatos sobre sua jovem vida podem parecer bastante insignificante, mas eles revelam muito sobre o caráter dessa jovem. Mesmo ele sendo forçado a lidar com a morte de sua mãe, ele continua comprometido com a família e encontra-se fazendo um investimento para a família, trabalhando ao lado de seus irmãos cuidando dos rebanhos. Ele optou por não permitir que a dor e a tristeza ditassem sua vida. Ele levantou-se acima dos desafios e avançou na vida. Estas lições iriam servi-lo bem nas dificuldades que estavam por vir.

- Não há dúvida de que a vida é dura; todos nós enfrentamos dificuldades e adversidades ao longo do caminho. Quando esses tempos vêm, temos uma escolha a fazer: esconder atrás de nossa tristeza, culpando as nossas circunstâncias, ou avançar na vida, até mesmo através da dor. Precisamos do compromisso de fazer um investimento em nossas próprias vidas e nas vidas dos outros, apesar das dificuldades que enfrentamos.

C. Sua Integridade (2b) – “sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia a seu pai más notícias a respeito deles”. Seria de supor que José poderia ter dependido de seus irmãos para direção e sabedoria uma vez que eles eram muito mais velhos, mas infelizmente isso não foi o caso. Os filhos mais velhos de Jacó foram influenciados pelos desejos da carne e não estavam vivendo de uma forma que agradava seu pai ou Deus. Em face de tal influência perversa, José manteve sua integridade. Ele se recusou a abraçar a maldade de seus irmãos, e fez com que seu pai soubesse como eles viviam.

- Nós todos fomos ensinados para não ser um "fofoqueiro". Alguns podem ler esse relato e presumir que José era um pirralho mimado que estava dizendo continuamente cada detalhe menor em seus irmãos. Esse não foi o caso. José sabia que suas obras eram más, e ele sabia que ele deveria contar a seu pai. Ele não fofocava sobre eles, ou os fazia parecer pior do que eram. José ia para seu pai, como deveria ser feito, e falava a verdade.

- Que verdade que encontramos aqui. Não há dúvida de que nossa sociedade está cheia de mal. A maioria não estão dispostos a tomar uma posição e proclamar a verdade. Posso assegurar-vos, isso não vai ser popular ou bem recebido, mas há momentos em que temos de tomar uma posição e confrontar o pecado. Quando esse tempo surge, devemos fazer como fez José e falar com o pai sobre isso. Não é bom espalhar rumores ou se envolver em fofocas. Precisamos de pessoas de integridade, que se levantam pela justiça em vez de ir junto com o mundo para ficar bem com todo mundo!

II. A Vestimenta de José. V. 3-4

- Quando pensamos em José, uma coisa geralmente rapidamente vem à mente: a túnica de várias cores. Vamos considerar o significado deste vestuário particular. Observe:

A. A Motivação (3a)“Israel amava mais a José do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice”. Muitas vezes, quando lemos versos como este, nós tendemos a ser um pouco críticos. Isto parece ser injusto da parte de Jacó, mostrar favoritismo por José sobre seus irmãos. Este não é o primeiro exemplo que vemos. Sabemos que Isaque favorecia Esaú e Rebeca favorecia Jacó, levando Isaque a pensar que Jacó era Esaú. Lembramo-nos da dificuldade Jacó teve com Labão, forçando-o a se casar com Leia primeiro e trabalhar mais sete anos por Raquel. Claramente Raquel era mais amada do que Leia, e havia uma predileção especial por José. Ele era o filho da velhice de Jacó e o filho de Raquel. No entanto, nunca devemos nos aproximar da Escritura com uma atitude negativa buscando encontrar falhas. A soberania de Deus no trabalho na vida de José, e é claro, seu pai o amava. Ele recebeu esta túnica de várias cores, porque ele era amado.

- Alegro-me pelo amor do Pai na minha vida. Eu certamente não sou merecedor de seu favor amoroso e não sou mais amado do que qualquer outra pessoa, mas eu sei que sou amado. Ele enviou Seu Filho unigênito para levar o meu pecado na cruz do Calvário, salvando-me por Sua graça maravilhosa, e vestiu me num manto de justiça. Tudo o que eu gosto é o resultado direto do amor do Pai por mim!

B. A Identificação (3b)“e fez-lhe uma túnica de várias cores”. Provavelmente todos nós nos lembramos dessa história de nossa infância na escola dominical. Lembro-me das imagens da pequena Bíblia azul que eu utilizava, mostrava um esvoaçante manto longo, de cores brilhantes. O manto que José usava era bastante significativo. Este manto vestia José até os tornozelos, com mangas compridas. Escravos e servos usavam mantos que eram até a altura da cintura, sem mangas, de modo a não prejudicar o seu trabalho. Um manto como o de José era identificação de posição e autoridade. Seus irmãos eram pecadores, buscando os prazeres da carne, e José tinha sido elevado a uma posição de classificação, mesmo que ele era muito mais jovem.

- Certamente isso revela uma imagem de Cristo na vida de José. Como veremos, José foi desprezado e traído por seus irmãos, mas seu ódio não minimizou sua posição. A ele tinha sido dado posto e autoridade por seu pai. Jesus veio para os seus e os Seus o rejeitaram. O mundo não o recebeu, mas isso não minimizou quem Ele era. Mesmo ele sendo rejeitado ele, finalmente, deu a Sua vida pelos pecados da humanidade, Ele era e é o Filho de Deus!

- Quando eu penso na túnica de José eu percebo uma aplicação para nós também. Estamos identificados com o Pai. Você pode imaginar como a túnica de muitas cores deve ter se destacado dos outros? Mesmo à distância, José era reconhecido pela roupa que ele usava. Nós também carregamos essa identificação. Somos revestidos da justiça de Deus. Quando andamos na luz de Sua santidade, em comunhão com Cristo, nos destacamos do mundo, reconhecidos como filhos de Deus.

C. A Indignação (4)“Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiavam-no, e não lhe podiam falar pacificamente”. Os irmãos de José se ressentiam da proximidade que ele desfrutava de Jacó. Certamente o ressentimento e indignação crescia cada vez que o viam vestido com a túnica de muitas cores. Isso não era mera inveja ou rivalidade entre irmãos; eles literalmente odiavam José. É evidente que José não desfrutava de um relacionamento significativo com seus irmãos, devido à sua relação com Jacó.

- Realmente não deveríamos ser surpreendidos por isto. Não podemos esperar que aqueles cujas vidas são dominadas pelo pecado, apreciar ou respeitar aqueles que vivem contrário às suas maneiras ou pensamento. Na verdade, podemos muito bem esperar ser ridicularizado e maltratado, por vezes, por aqueles cujo relacionamento com Deus não existe. O mundo não compreende ou não aprecia a nossa relação com Cristo. Você provavelmente vai encontrar alguns crentes que tem ciúmes e ressentimento se você desfruta de uma proximidade especial com o Salvador. Isso não faz esse tipo de comportamento aceitável, mas devemos estar preparados para isso.

III. As Visões de José. V. 5-11

- Estes versículos registram os sonhos que Joseph tinha e a resposta de sua família a esses sonhos. Vamos considerar as visões que José tinha. Nós vemos:

A. A soma dos Sonhos (7, 9)“Estávamos nós atando molhos no campo, e eis que o meu molho, levantando-se, ficou em pé; e os vossos molhos o rodeavam, e se inclinavam ao meu molho”. [9] “Teve José outro sonho, e o contou a seus irmãos, dizendo: Tive ainda outro sonho; e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam perante mim”. Nós descobrimos que José teve dois sonhos muito semelhantes em diferentes ocasiões. Isto foi significativo para José e sua família. Era evidente Deus estava trabalhando na vida de José. Ele enfatizou a verdade a José em duas ocasiões distintas. Claramente Deus estava falando com José e queria que ele abraçasse plenamente e compreendesse estas verdades. Sua fé seria muito testada no Egito, e não há dúvida de ter recebido dois sonhos antes de seu cativeiro, fortaleceu sua fé.

- Tenho ouvido dizer: "Se Deus diz algo uma vez, devemos prestar atenção. Se Ele repete uma verdade para nós, nós realmente deveríamos prestar atenção". Deus deseja que abracemos a verdade. As grandes doutrinas da nossa fé são repetidas uma e outra vez nas Escrituras. Deus sabia que iriamos enfrentar situações onde é necessário sermos lembrados de sua verdade. Várias referências a tal verdade fortalece a nossa fé!

B. A substância dos Sonhos - Certamente esses sonhos eram difíceis para a família de José receber e compreender. Eles não tinham ideia de como Deus iria trabalhar em suas vidas para poupá-los da fome e da morte. Temos a vantagem de olhar para trás, enquanto eles receberam antes da ascensão de José ao poder. Mesmo que eles não podiam entender, Deus revelou que Ele elevaria José a uma posição de autoridade sobre todos eles, em última análise, a trabalhar para o bem deles.

- Muitas das profecias sobre a vinda do Messias foram negligenciados, incompreendidas e rejeitadas, mas Deus cumpriu sua promessa. Cristo veio, assim como Ele profetizou que viria.

- Nós não recebemos visões e sonhos hoje; temos a completa revelação de Deus na Bíblia, mas isso serve como um bom lembrete para nós. Mesmo que nós não entendemos completamente o que Deus está fazendo, podemos ter a certeza que Ele está no controle de nossas vidas e trabalha para o nosso bem. Mesmo quando parece que a vida está desmoronando em torno de nós, temos de confiar em Deus e segui-Lo!

C. O Sentimento em direção aos sonhos (5, 8, 10-11) - Estes versículos revelam a resposta da família de José em direção aos seus sonhos. Eles não entendiam e honestamente ficaram indignados com essa conversa. Jacó ainda repreendeu José, V.10, mas ele também observou suas palavras, V.11b. Deus havia falado com José, e ainda aqueles mais próximos a ele não receberam suas palavras.

- A medida que vivemos nossas vidas, devemos entender que não vamos ser sempre respeitados ou bem recebidos por nossa posição sobre a verdade. Se você viver para Deus e continuar comprometido com Ele, você pode esperar oposição. Haverá aqueles que pensarão que você perdeu a cabeça. Jesus foi rejeitado, e nós também seremos rejeitados. Devemos ter em mente que a verdade é revelada de Deus. Até que Ele abra o entendimento deles, eles nunca vão recebê-lo. Pense em como o Evangelho soa para um homem perdido. É difícil compreender Deus vindo em carne, levando o pecado e vergonha do mundo, e morrendo em nosso lugar. Quando rejeitados, temos de responder com amor e continuar a partilhar a verdade com todos que quiserem ouvir! Temos de continuar a anunciar Cristo, mesmo que muitos rejeitem o nosso testemunho.

Conclusão: Estou animado com a oportunidade de estudar a vida de José nas próximas semanas. Há muita coisa que precisamos aprender e aplicar em nossas vidas. De muitas maneiras, ele retrata nosso Salvador, e em outras, ele apresenta um desafio para as nossas vidas.

Ao encerrarmos esta noite, eu ainda continuo consciente de sua túnica de várias cores. Ela o identificou com o pai. Você foi vestido com a justiça de Cristo? Se assim for, você está vivendo uma vida que honra e glorifica o Pai? Os salvos são conhecidos e observados pelo mundo. Precisamos viver vidas que honram nosso Salvador a cada dia. Se você está na necessidade de salvação, venha a Cristo, Ele te guia. Se sua vida não é tudo o que deveria ser para Jesus, venha a Ele e faça isso hoje!

Pr. Aldenir Araujo

Como Ser Um Bom Professor De Escola Dominical
Às vezes a pessoa que deseja ser um professor da Escola Dominical fica preocupada porque ela não sabe o suficiente sobre a Bíblia, ou fica preocupada de cometer algum grande erro e falhar miseravelmente.

Estas preocupações são assustadoras. Faz sentido você estar preocupado com coisas como estas. Mas há coisas que você pode fazer para ajudar, para que estas coisas preocupantes e assustadoras não aconteçam.

Seja Dedicado - Entenda que o que você está fazendo é importante

Seja confiável - Esteja lá na hora e cada vez, e pronto para ir, ou ser um professor substituto

Seja um estudante - Aprenda a lição primeiro. Entenda-a sozinho. Dessa forma, você será capaz de compartilhar a lição e ter algo a acrescentar. Fique pelo menos um passo à frente de sua classe!

Seja dependente de Deus - Você não tem que saber tudo. (Deus faz) O Espírito Santo irá ajudá-lo. Seja humilde diante de Deus. Ore, pedindo a Ele para guiá-lo, para ajudá-lo e dar-lhe as palavras que você precisa dizer. Ore por seus alunos, a sua classe, sua igreja, e por você mesmo.

Seja um exemplo - Aplique a Palavra de Deus à sua própria vida. Acredito que este é o lugar onde cada um de nós sente que estamos aquém do esperado.
Uma coisa é ensinar a verdade, outra coisa é viver a verdade. Mas nenhuma quantidade de palavras com os alunos (ou para qualquer outra pessoa) irá convencê-los da verdade da Palavra de Deus, se não a verem refletida honestamente em nossas vidas.

Isto significa que devemos permanecer humildes diante de Deus; lendo nossas Bíblias, aprendendo as escrituras, honrando a Cristo e permitindo que o Espírito Santo trabalhe através das circunstâncias em nossas vidas para nos ensinar suas verdades. Em outras palavras, devemos primeiro crescer como cristãos, a fim de ser capaz de ajudar os outros a crescer.

Seja um bom comunicador - Mantenha o fluxo de informação em movimento! Uma comunicação clara sempre precisa acontecer, ida e volta; entre você e seu pastor ou líder, e entre você e seus alunos. (Isto é especialmente verdadeiro se os seus alunos são filhos! Neste caso, certifique-se de que você está em comunicação com seus pais!)

Seja um bom arquivador - Mantenha registros precisos do que você ensina. Isto é muito importante se você estiver usando vários recursos para as suas aulas. Muitas igrejas têm um currículo, com revistas impressas para estudantes e professores. Mas se você não tiver, certifique-se de manter o controle do que você está ensinando em sua classe e quais versículos bíblicos você tem usado em suas lições.

Faça um arquivo de algum tipo com suas anotações (mesmo se forem manuscritos) e guarde exemplos de seus trabalhos e atividades para sua referência mais tarde.

Alguém pode pedir para ver estes um dia, e você vai querer ser capaz de produzi-los sem muita dificuldade! Além disso, você pode querer usá-los em outra ocasião, e isso vai ser bom para lembrar o que você ensinou e quando.

Seja criativo - Pense em como você iria apresentar uma lição, ou fazer uma atividade. Deixe espaço para que o Espírito Santo lhe guie. Veja o que você tem em volta de você e use isso. Não se mantenha em cativeiro por ideias digitadas em um pedaço de papel; seja criativo. Novo lema: Sua classe - O seu caminho!
Seja um encorajador - Encoraje os seus alunos a medida que avança. Incentive-os a crescer e se aproximar mais de Cristo, aceitá-Lo como Salvador, saber mais sobre ele, estudar a Sua Palavra, confiar nele porque ele é fiel, e ser conduzido pelo Espírito Santo a medida que avançam pela vida.

Seja uma pessoa de oração - O mais importante de tudo. Leve as suas preocupações, as suas ideias sobre as suas lições e sua classe regularmente diante do Senhor em oração. Ele vai abençoar e guiá-lo! Filipenses 4:19 diz: "... meu Deus suprirá todas as suas necessidades de acordo com as riquezas de sua glória em Cristo Jesus"

Deus abençoe você a medida que você avançar para o ensino! Que Deus lhe dê sabedoria e discernimento a medida que você lida com seus alunos e ajudá-los a aprender tudo o que Deus tem para eles! Amém

Lições Do Antigo Testamento Sobre A Salvação: Salvos Dos Nossos Inimigos
Texto: Êxodo 14:1-31
Introdução: Os israelitas foram redimidos do Egito e do Faraó. Eles deixaram o Egito com uma "mão forte", mas a alegria da escravidão foi de curta duração. Faraó veio atrás deles. Satanás e o mundo são inimigos do povo de Deus. Os novos convertidos devem saber que Satanás vai caçá-los como um leão persegue sua presa. O novo convertido precisa saber quatro coisas: (1) Satanás irá atrás dele, (2) ele não é páreo contra Satanás, (3) o Senhor derrotou Satanás e seus asseclas, (4) ele deve colocar sua fé no Senhor.

I. A Armadilha Para Faraó

A. A cilada para o faraó.
1. O plano de Deus. 14:1-3
2. O propósito de Deus. 14: 4
B. O engodo de faraó.
1. A informação a Faraó. 14:5
2. A resposta de Faraó. 14:6-10
Leia também: Lições Do Antigo Testamento Sobre A Salvação: Salvos Pelo Sangue

II. Um Teste para Israel

A. O clamor de Israel. 14:10 "os filhos de Israel clamaram ao Senhor"
B. A murmuração de Israel.
1. A crítica a Moisés. 14:11-12
2. A confiança de Moisés. 14:13-14

III. O Triunfo De Deus

A. A Palavra do Senhor.
1. A fé de Moisés. 14:15-18, 26
2. A fé dos israelitas. 14:22
B. A obra do Senhor.
1. A proteção do Senhor. v. 19
2. O poder do Senhor. 14:21-28
a. Derrotou Seus inimigos. 14:27-28 "Senhor destruiu os egípcios"
b. Livrou Seus filhos. 14:29-31 "o Senhor salvou Israel"
"Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Coríntios 15:57)
Leia também: Lições Do Antigo Testamento Sobre A Salvação: Santificados Para O Senhor

Conclusão e Lições para a vida:

1. Pela fé, os israelitas colocaram o sangue do cordeiro nos umbrais das portas. Pela fé, eles foram capazes de atravessar o Mar Vermelho em terra seca. Nós também devemos viver pela fé.

2. Nós somos impotentes contra nosso adversário. O Deus que redime irá prover e proteger aqueles que pertencem a Ele. Temos de aprender a confiar em Deus.

3. O cristão deve ser liberto de Satanás e o mundo, como Israel foi liberto do Faraó e o Egito. Ambos são inimigos de Deus e Seus filhos.

4. É preciso fé para confiar a direção a Deus quando é contrário ao nosso raciocínio

5. Os israelitas estavam sem esperança ou ajuda contra os egípcios. O "Anjo do Senhor" (o Cristo pré-encarnado Cristo v. 19; 1 Coríntios 10:4) iria salvá-los. O pecador está sem esperança ou ajuda em seu estado perdido. Jesus pode salvar o pecador de Satanás, do pecado e da punição eterna no inferno. Você já confiou em Jesus como seu Salvador?

Pr. Aldenir Araujo

Aldenir Araujo

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