segunda-feira, 20 de maio de 2013

Curando emoções danificadas (Parte 3) - Vitória sobre o medo

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Curando emoções danificadas (Parte 3) - Vitória sobre o medo

Tema: Cura interior

 

Texto: Isaías 41:10-13

 

Introdução: Tudo que você tem a fazer é assistir ao noticiário para ver os eventos terríveis que acontecem ao redor do mundo.

 

No entanto, apesar de tudo isso, o povo de Deus é chamado a viver sem medo.

 

Como podemos manter a calma e a confiança em meio a tudo isso?

Devemos lembrar que o Senhor prometeu fortalecer, ajudar e defender-nos, e Ele sempre cumpre Sua Palavra.

I. O que é o medo?

A. O medo é uma sensação desagradável de pavor - como um alarme, avisando que algo ruim está para acontecer. Isto pode ser causado por uma ameaça ou ao sentir a perda de controle numa determinada situação.

B. Quando a Bíblia fala sobre o temor do Senhor, é um medo bom - um criado por uma reverência saudável para com um Deus santo e justo.

C. Lembre-se que o medo em si não é ruim. Mas quando ele está continuamente conosco, ele se torna um problema.

II. Muitas emoções estão relacionadas com o medo.

Muitas das emoções negativas que experimentamos na vida estão enraizadas no medo. Por exemplo:

A. A ganância é o medo de não ter o suficiente.

B. A rejeição é a preocupação de não ser aceito.

C. A culpa é receio de que nossos erros podem ser descobertos.

D. O desânimo é o medo do fracasso causado por uma falta de confiança.

E. A raiva é causada por um medo que não podemos buscar o nosso caminho.

F. O ciúme é o medo de perder o controle do que desejamos.

G. A indecisão é causada quando nos preocupamos em fazer uma escolha errada.

III. Por que temos medo?

"Deus não nos deu um espírito de medo", então ele nunca é a fonte de nossos medos (2 Timóteo 1:7). De onde é que ele vem?

A. As lições da infância: Em suas tentativas de proteger e nos capacitar, nossos pais podem ter arraigado o medo em nós.

B. Imaginação: Às vezes, o sistema nervoso não pode distinguir entre um perigo real ou imaginário.

C. Pecado: Medo é uma consequência da desobediência ao Senhor. É bom porque nos lembra que nós vamos prestar conta de nossas vidas para Ele um dia.

D. Ignorância: Alguns dos nossos medos são baseados em informações erradas ao invés de verdade.

E. Dúvida: O Senhor é a nossa fonte de segurança. Quando temos dúvidas de Seu amor, o medo substitui a confiança e paz.

F. Autoimagem pobre: ​​Todas as pessoas precisam de se sentir aceitas e valorizadas pelos outros. Sem isso, o medo da rejeição toma o seu lugar.

G. Metas inatingíveis: Às vezes, visamos muito alto e ficamos ansiosos quando perdemos nossos objetivos.

H. Visão errada de Deus: se nós vemos principalmente o Senhor como nosso Juiz, vamos ter medo e não entender a vastidão de Seu amor.

V. Quais são as consequências do medo?

Passar momentos de medo é natural. Mas quando você permite que ele governe você, existem consequências. Por exemplo, o medo:

A. Divide sua mente. Você não pode concentrar-se as apreensões estão constantemente distraindo-o.

B. Atrapalha sua capacidade de pensar e agir corretamente. A ansiedade ofusca a mente e impede-o de se comportar como deveria.

C. Causa indecisão. O medo pode paralisar você quando você precisa fazer escolhas.

D. Mina a autoconfiança. Deus deu a cada pessoa habilidades e talentos, mas o medo faz com que você duvide que você pode realizar a Sua obra.

E. Resulta em pânico. Se você perder a capacidade de gerir os seus medos, eles controlaram você.

F. Subjuga-o na incerteza. Sempre que situações de longo prazo, como a saúde ou a preocupações financeiras têm resultados incertos, pode ser consumido com preocupações sobre o futuro.

G. Destrói relacionamentos. Aqueles que tiveram dificuldades em relacionamentos passados ​​podem ter medo de repetir os erros e por isso não se abrem para um novo relacionamento.

H. Rouba a alegria e a paz. Pense na sua vida como uma máquina, alegria e paz, como o óleo que mantém funcionando. O medo é como a areia que entra nas engrenagens e corrói a sua felicidade.

I. Bloqueia o crescimento espiritual. Você nunca será capaz de se tornar a pessoa que Deus quer que você seja, se você tem medo de dar um passo na obediência.

J. Afeta a saúde. A ansiedade com medo prolongada está ligada a muitas doenças físicas.

V. Como você deve lidar com o medo?

A. Reconhecê-lo. Antes que você possa começar a lidar com seu medo, você tem que admitir que é um problema em sua vida.

B. Identificar a fonte. Pergunte a si mesmo se você está com medo de uma situação com um resultado incerto ou das consequências de escolhas passadas. Depois de saber a verdadeira fonte, você pode enfrentá-lo.

C. Mude o seu foco. Quando sua atenção está fixada em seus medos, eles só pioram. A única maneira de reverter esse processo negativo é mudar seu foco com a arma mais poderosa que você tem, a Palavra de Deus.

D. Confie em Isaías 41:10. O que você está enfrentando é uma batalha fé. Este versículo pode ser sua âncora em tempos terríveis, se você acreditar e considerá-lo como verdadeiro em sua situação.

E. Jogue por terra o seu medo. Baseado na certeza de que o Senhor é fiel, amoroso e onipotente, você não tem motivo para segurar suas ansiedades.

 

Conclusão: O que você vai fazer com os seus medos? Você pode mantê-los e sofrer as consequências negativas, ou você pode confiar no Senhor e colocá-los em suas mãos amorosas. Embora Deus não diz em Isaías 41:10 que Ele vai isenta-lo de circunstâncias terríveis, Ele promete fortalecer e sustentá-lo através delas.

 

Veja também: Curando emoções danificadas (Parte 2) - Vitória sobre a culpa

 

Curando emoções danificadas (Parte 1) - A vitória sobre a ansiedade

 

Pr. Aldenir Araújo

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sábado, 18 de maio de 2013

Ajuda para a nossa cura

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Ajuda para a nossa curaTema: Cura

 

Texto: Tiago 5:13-20

 

Introdução: Em vez de olhar nos livros, devemos estudar o que a Bíblia nos fala sobre o corpo humano. Deus diz que o corpo de um crente é o templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19-20). Nossos corpos não pertencem a nós, porque foram comprados com o sangue de Cristo. Saber isto deve nos motivar a manter uma boa saúde assim o Senhor pode nos usar como Ele deseja. No entanto, uma vez que nem sempre é possível evitar a doença, precisamos entender o que a Bíblia nos diz para fazer quando precisamos de cura.

I. A ajuda para a cura começa quando entendemos o ensino bíblico básico sobre o assunto.

O Senhor nos dá um padrão a ser seguido em Tiago 5:13-20. Os cristãos do primeiro século não tinham as farmácias e médicos que dependemos. Embora Deus tenha nos abençoado com esses recursos tremendos, somos tão dependentes dEle para a cura de como eles eram. Quando estamos doentes, devemos perguntar-nos:

A. Essa doença é resultado do pecado? Às vezes é devido ao pecado pessoal, mas nem sempre.

B. É a vontade de Deus curar todos? Não, mas há momentos em que é.

C. Qual o papel que desempenham os médicos? Deus chama muitos deles para ajudar. Por exemplo, Paulo frequentemente invocava Lucas, o médico amado.

D. Como devemos responder quando o Senhor não nos curar? Sabendo que ele promete trabalhar todas as coisas para o nosso bem, podemos confiar nEle para cumprir o Seu propósito, mesmo com a doença (Romanos 8:28).

E. Os incrédulos podem esperar que Deus responda suas orações para a cura? Uma vez que eles não têm um relacionamento com Ele, Ele não é obrigado a responder a suas orações. No entanto, ele estende sua misericórdia e dá a cura para atrair as pessoas para o Salvador.

F. A doença na vida de um crente pode ser útil? O salmista testifica: "Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos" (Salmo 119:71). Embora ninguém gosta de aflição, o Senhor usa-a para o Seu propósito final moldar-nos à imagem de Seu Filho (Romanos 8:29).

II. A cura deve envolver outras pessoas.

A igreja primitiva demonstrou a interdependência, e seu objetivo era que as necessidades de todos fossem atendidas. O padrão de Tiago é uma forma de garantir que cada membro do corpo de Cristo receba a ajuda de que necessitam. Os crentes devem saber:

A. Eles devem pedir ajuda. Sempre que os crentes estão lutando com problemas físicos ou emocionais, o primeiro passo é procurar a ajuda dos anciãos (Atos 20:28).

B. Há um curso de ação a seguir. Tiago descreve claramente os passos que devem ser tomadas pelos anciãos e a pessoa em necessidade (Tiago 5:14-15).

1. A pessoa doente deve pedir ajuda. Aqueles que querem receber oração por cura devem estar dispostos a pedir.

2. Os presbíteros oram, ungindo-o com óleo. A oração é o elemento mais importante na cura. Não há nada de mágico sobre o óleo, que era uma forma de tratamento, no primeiro século. No entanto, é um símbolo da presença do Espírito Santo.

3. Isso deve ser feito em nome do Senhor. Essas ações são realizadas em obediência à vontade de Deus e é uma indicação de que os presbíteros confiam no Espírito Santo para trabalhar no corpo da pessoa.

C. A pessoa que ora deve atender a certos critérios. Porque a intervenção de Deus é essencial para a cura, os intercessores devem ser pessoas de caráter divino. Nada na vida pode impedir o Senhor de ouvir suas orações (Tiago 5:15-16). Eles possuem:

1. Corações de fé. Isso significa que suas orações são baseadas na Palavra de Deus e na confiança de que o Senhor vai fazer o que Ele disse.

2. Corações Puros. Desde que o pecado é uma barreira para as bênçãos do Senhor e dificulta seu trabalho na vida de um crente, deve ser tratado antes de a intercessão eficaz ocorrer.

3. Estilos de vida justo. Cada crente que está comprometido com Cristo e deseja andar obedientemente em Sua vontade pode interceder por aqueles em necessidade.

D. Por que os cristãos não seguem esse padrão? Apesar das orientações do livro de Tiago, muitos cristãos não conseguem aplicá-los por causa de vários mal-entendidos e desculpas:

1. Eles acham que este padrão só é aplicado a igreja do primeiro século.

2. Eles não acreditam que ele funciona hoje.

3. Eles tem vergonha de admitir que precisam de ajuda.

4. Eles são orgulhosos demais para pedir ajuda.

5. Eles têm medo de orar pelos outros, porque suas orações podem não ser respondidas.

6. Eles têm vergonha de confessar os seus pecados a alguém.

7. Eles são tão consumidos com as suas próprias necessidades que eles não têm tempo para simpatizar ou orar pelos outros.

8. Eles têm pecado em suas vidas e a dúvida de que Deus pode curar.

9. Eles não se sentem digno de ser usado pelo Senhor.

10. É mais fácil enviar um cartão ou flores do que se envolver em séria oração para os outros.

 

Conclusão: Você está permitindo que o Senhor te use como um agente de cura na família de Deus?

Muitas pessoas estão passando por dificuldades e precisa de alguém para ouvir e orar por elas. Você não tem que ser um pastor ou ancião para ser usado pelo Senhor. Se você permitir que o Seu Espírito lhe dê sensibilidade para com as pessoas feridas ao seu redor e procurar tornar-se uma pessoa com um coração de fé e pureza, que tem um estilo de vida justo, suas orações eficazes vai conseguir muito.

 

Pr. Aldenir Araújo

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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Curando emoções danificadas (Parte 2) - Vitória sobre a culpa

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Curando emoções danificadas (Parte 2) - Vitória sobre a culpaTema: Cura interior

 

Texto: João 8:1-11

 

Introdução: Todo mundo experimenta sentimentos de culpa, mas, às vezes, eles podem nem mesmo identificar uma razão específica para se sentir digno de culpa.

 

Uma vaga sensação de condenação rouba-lhes a alegria, segurança e confiança, mas não é assim que Deus projetou a culpa operar.

 

A história de Jesus e a mulher adúltera é um exemplo de verdadeira culpa (João 8:1-11). Ela estava em pé diante dos escribas e fariseus, sem desculpa. Todo mundo sabia que ela tinha quebrado a Lei de Moisés e da morte merecida, mas quando Jesus desafiou aqueles sem pecado atire a primeira pedra, todos os seus acusadores se afastaram. Ele disse a ela: "Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais" (v. 11). Jesus não está interessado em condenar-nos, mas remover nossa culpa e purificar nossas vidas.

I. O que é a culpa?

A. A culpa pode ser definida de duas maneiras:

1. Um estado de ter feito algo errado ou ter cometido um delito.

2. Um sentimento doloroso de autocondenação por ter feito algo que reconhecemos como sendo um pecado.

B. A culpa pode ser boa, ruim, verdadeira ou falsa.

1. A culpa boa é recebida quando desobedecemos a Deus. É Sua "luz vermelha" nos dizendo para parar de fazer algo que é desagradável a ele.

2. A culpa ruim é o resultado do pensamento errado, não a ação errada. Por exemplo, algumas igrejas ensinam que ir ao cinema é pecado, mas se um filme é saudável, não há necessidade de se sentir culpado.

3. A verdadeira culpa é um sentimento doloroso recebido como um resultado de fazer algo errado. Exemplos incluem a desobediência de Adão e Eva no jardim, o desejo de Davi por Bate-Seba, e a negação de Pedro.

4. A culpa falsa é uma sensação dolorosa que uma pessoa sente quando ele / ela não cometeu um erro. Por exemplo, uma criança que é abusada pode sentir-se culpada, mesmo tendo sido forçada.

II. As consequências da culpa.

Toda culpa - se é boa, ruim, verdadeira ou falsa - pode levar as pessoas a...

A. Medo de rejeição por Deus. Algumas pessoas sentem que Deus nunca poderia amá-los pelo que eles fizeram.

B. Sentir que o juízo de Deus pode ser iminente. Muitas pessoas vivem com medo de que seus entes queridos ou o emprego poderiam ser tirados deles como punição.

C. Sentir forte ansiedade. A culpa e a preocupação trabalham juntas para fazer as pessoas infelizes.

D. Sentir conduzido na vida. Algumas pessoas trabalham incansavelmente em sua própria força para tentar superar ou compensar o que faz com que se sintam culpados.

E. Ter uma mente dividida. A culpa sempre dificulta a capacidade de uma pessoa se concentrar.

F. Experimenta a diminuição da energia. A culpa é a drenagem que deixa as pessoas se sentindo esgotadas antes mesmo de começar o dia.

G. Sentir uma sensação de autopunição. Pessoas que acreditam que merecem disciplina muitas vezes perdem a oferta de misericórdia e graça de Deus.

H. Sentir uma sensação de insegurança. Aqueles que se sentem separados do Senhor não podem experimentar o Seu amor, proteção e provisão.

I. Experimenta uma vida de oração prejudicada. Satanás é rápido para fazer as pessoas acreditar em sua mentira de que sua culpa significa que Deus não vai ouvir ou responder às suas orações.

J. Experimenta depressão. A culpa produz desespero que paira sobre as pessoas como uma nuvem negra.

K. Sentir vergonha. Não é certo sentir vergonha por culpa falsa ou ruim, só a desobediência a Deus deve fazer as pessoas se sentirem dessa forma.

L. Sentir-se incapaz de ter boas relações com os outros. Encobrir os pecados e fracassos do passado impede as pessoas de ser amorosas e abertas para com os outros.

M. Perde a vontade de Deus. Sem comunhão íntima com o Pai, é impossível seguir a Sua direção.

N. Sofrer de doença física. A culpa sustentada eventualmente afeta as pessoas fisicamente.

III. A libertação da culpa.

Ela começa quando compreendemos a morte vicária de Cristo na cruz. Através do nosso relacionamento com Ele, nós temos o direito e o privilégio e a autoridade de Deus para confessar, arrepender-se e ser purificado do pecado. Jesus já pagou o preço por nós. Cabe a nós...

A. Enfrentar os sentimentos de culpa honestamente.

B. Identificar a causa dos sentimentos de culpa.

C. Confessar e arrepender-se, se for necessário.

D. Escolha aceitar o perdão completo de Deus, baseada na cruz, e não os nossos sentimentos.

E. Reconhecer que receber o perdão não significa que não haverá repercussões. Poderemos ter que lidar com as consequências de nossas ações.

F. Tornar os nossos erros em bênçãos para os outros e dizer-lhes o que Ele tem feito por nós.

 

Conclusão: Como crentes, nós não temos que viver com a culpa. Então, se é falsa ou verdadeira, temos de lidar com ela, a fim de obter a felicidade, a alegria e a paz que o Pai tem para nós e ser mais capaz de cumprir Seus propósitos para nossas vidas.

 

Ele está pronto para nos libertar de tudo e qualquer coisa que impede nosso relacionamento com ele.

 

Veja também: Curando emoções danificadas (Parte 1) - A vitória sobre a ansiedade

 

Pr. Aldenir Araújo

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terça-feira, 14 de maio de 2013

Curando emoções danificadas (Parte 1) - A vitória sobre a ansiedade

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Curando emoções danificadas (Parte 1) - A vitória sobre a ansiedade

Tema: Cura interior

 

Texto: Filipenses 4:4-7

 

Introdução: As emoções influenciam muito o modo como vivemos nossas vidas. Elas são um dom de Deus, desde que, possamos aproveitar a vida e se relacionar com os outros, mas a forma como as expressamos determina se elas são benéficas ou prejudiciais. Ou nós as controlamos, ou elas nos controlam.

 

A ansiedade é a emoção mais proeminente que as pessoas estão enfrentando hoje. É importante perceber que sentir-se ansioso não é um pecado, mas o Senhor não quer que vivamos em um estado constante de medo por causa das incertezas da vida.

 

É importante compreender o que devemos fazer com a ansiedade e quanto tempo nós deixaremos ela nos controlar.

I. O que é ansiedade?

A. No Novo Testamento, a palavra ansiedade significa "estar distraído ou separado” é o oposto de paz, o que significa "estar unidos"

B. Também pode ser definido como "medo, apreensão e incerteza", e pode ser causada por eventos passados, uma situação presente ou possibilidades futuras.

C. Às vezes, a ansiedade é um medo de não estar no controle ou de sentir-se vulnerável.

II. Quais são as fontes de ansiedade?

Primeiro de tudo, saiba que Deus não é o criador de ansiedade e que a preocupação não se encaixa a nossa identidade como seguidores de Cristo. Em vez disso, devemos confiar em Deus (Mateus 6:25-26). É importante saber que existem:

A. Causas legítimas. Algumas coisas naturalmente vai criar ansiedade. Por exemplo, se você não estudar para uma prova, você tem razão para estar nervoso.

B. As razões indevidas. Em outras ocasiões, as nossas preocupações são causados ​​quando sentimos que não podemos conseguir o que queremos. Pode ser alguma posse ou um relacionamento que queremos, mesmo sabendo que isso não é certo.

C. Questões não reconhecidas. Quando não lidamos com a causa de nossa ansiedade, ela vai permanecer durante longo tempo dentro de nós, causando todos os tipos de problemas emocionais e físicos. Esta não é a maneira que Deus quer que Seus filhos vivam.

III. Por que devemos evitar a ansiedade?

A. Não é bíblico. Em uma só passagem Jesus disse: "Não andeis ansiosos" três vezes (Mateus 6:25-34). Ele explicou que é desnecessário porque o Pai dará o que precisamos. Nós simplesmente não podemos aceitar um estilo de vida de ansiedade quando Jesus é o nosso Príncipe da paz.

B. A ansiedade tem um efeito negativo sobre todas as áreas de nossas vidas, pois:

1. Divide nossas mentes. A apreensão nos puxa em duas direções diferentes, o que torna difícil se concentrar em assuntos importantes.

2. Retarda a nossa produtividade. Por estamos distraídos com preocupações, não podemos dar mais alguma coisa de nossos melhores esforços.

3. Afeta nossas relações pessoais com os outros. É difícil manter as nossas ansiedades para nós mesmos. Quando estamos cheios de medo, sobrecarregamos os que nos rodeiam.

4. Leva a decisões insensatas. Aqueles que são excessivamente preocupados com o futuro são propensos a tomar decisões precipitadas para parar de sentir inseguros.

5. Rouba a nossa alegria e paz. É impossível estarmos inquietos e tranquilos ao mesmo tempo.

6. Revela um terrível desperdício de tempo e energia. Incerteza, frustração e preocupação são desgastantes e não leva a nada e pode até ter um efeito devastador sobre a nossa saúde.

IV. Qual é a maneira correta de lidar com a ansiedade?

Com tanta coisa em jogo, é tolice ceder a ansiedade ou buscar um alívio rápido e temporário. Em vez de se preocupar, você deve:

A. Levar as suas preocupações a Deus. O que está incomodando é um assunto para a oração. O primeiro passo para a liberdade é confessar seus medos ao Senhor, em vez de deixá-los governar você (Atos 18:9-10).

B. Venha para o Senhor com uma atitude de ação de graças. Em meio a sua apreensão, você não pode se sentir grato, mas quando você pensa sobre o envolvimento do amor de Deus em sua vida, você não pode deixar de louvá-Lo (Filipenses 4:6-7).

C. Venha com uma tríplice convicção. Lembre-se que o Senhor te ama incondicionalmente e quer o melhor para você. Além disso, ele tem o desejo e poder para ajudar, então você pode esperar que ele faça exatamente isso.

D. Reconhecer que a ansiedade é uma batalha de fé. Nós devemos crer que Deus cuidará de nossas ansiedades. Se entregarmos nossas preocupações em Suas mãos, podemos ter a Sua paz incrível, mesmo se todo o inferno ruge ao nosso redor.

 

Conclusão: Tão grande como todas estas promessas são, elas não serão suas se você dá a Cristo suas preocupações com uma mão e toma de volta com a outra. A verdadeira liberdade só é possível quando finalmente admitimos que é um fardo muito pesado para carregar.

 

Lembre-se, ninguém tem que viver em ansiedade, é uma escolha. Liberdade e paz aguardam aqueles que entregam as suas preocupações a Deus e deixa em suas mãos.

 

Pr. Aldenir Araújo

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