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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Como realizar um culto fúnebre

Fúnebre, Funeral, Coroa de flores
Cerimônia fúnebre

Na residência ou no templo

Passagens bíblicas

O ministro se posicionará ao lado do féretro e lera as seguintes passagens:

"Disse Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá. Crês isto?" (João 11:25-26).

"Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar." (João 14:1-2).

"Eu sei que o meu redentor vive, e que por fim se levanta­rá sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus." (Jó 19:25-26).

"Pois assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua or­dem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. Ora, o último inimigo que há de ser destruído é a mor­te" (1 Coríntios 15:22-23,26).

Oração

O Pai Nosso

Hino


Dados sobre a pessoa falecida e sua família

O ministro fará um rápido resumo da vida da pessoa falecida. Falará do lugar de nascimento, de onde ela veio, de sua família, do seu trabalho e de suas amizades na igreja, assim como de sua devoção a Deus. Deve ter por escrito todos esses dados confirmados pela família.
 

Mensagem

Se a pessoa falecida era crente em Cristo Jesus, o ministro preparará uma mensagem de conforto e encorajamento baseado na esperança do que morre em Cristo. Não deve falar dos defeitos da pessoa falecida, nem tampouco exagerar suas virtudes. Salmo 103:13-17, Filipenses 1:23 e Salmo 27:5 oferecem parâmetros apropriados para a mensagem.

Se a pessoa falecida não era crente, poderá ser dito o seguinte:

"Por ter cessado sua existência terrena, entregaremos seu corpo à terra. Terra à terra, cinza à cinza, pó ao pó. O espírito, nós o deixamos na mão de Deus. Este é o ponto final de uma vida. No sepulcro não há obras, nem conhecimento, nem sabedoria, e a ele todos nós iremos cedo ou tarde.

"Portanto, consagremo-nos hoje mesmo a meditar sobre a eternidade, e procedamos esforçadamente na realização do máximo daquilo que Deus colocou em nossas mãos. Faça­mos o que é correto e bom.

"Confiemos naquele que diz: 'Eu sou a ressurreição e a vida; aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá eternamente.'"

Bênção pastoral
Que Deus abençoe a todos nós, e console os nossos cora­ções atribulados por essa tão grande perda. Que Deus faça resplandecer o seu rosto sobre nós, e sua graça esteja sobre nós. Que o Senhor levante o seu rosto sobre nós, e nos dê a paz. E que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos nós."

No cemitério

Entrega do corpo à terra


Estando o féretro colocado sobre a abertura do sepulcro, o ministro espargirá sobre ele um punhado de terra ou de pétalas de rosas, enquanto diz:
"Por ter sido da vontade do Deus Todo-poderoso, em sua infinita providência, separar deste mundo a alma de nosso(a) falecido(a) irmão (irmã), nós entregamos o seu corpo à terra. Terra à terra, cinza à cinza, pó ao pó. Mas nós esperamos a ressurreição universal do último dia, quando a Igreja de Cristo será arrebatada, e os mortos em Cristo res­suscitarão primeiro, na segunda vinda do Senhor, cheio de poder e majestade. A terra e o mar entregarão seus mortos, e os corpos corruptíveis dos que dormiram neles serão trans­formados e tornados semelhantes ao glorioso corpo de Cris­to, conforme a poderosa obra pela qual Ele pôde sujeitar a si todas as coisas."

Bênção Pastoral
"Bem-aventurados aqueles que morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, pois que descansarão de seus trabalhos”

"A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a co­munhão do Espírito Santo seja com todos vocês, e com todo seu povo. Amém."

Culto fúnebre

 Fúnebre, Coroa de flores, Velório, Funeral
Cerimônia fúnebre

Esta cerimônia foi preparada para os casos em que só há um culto fúnebre programado, seja ele na residência, na igreja, ou no cemitério.
 
A mensagem que foi incluída como modelo considera que o falecido era crente em Jesus.

Leitura bíblica

Poderá ser lida uma das passagens, ou uma seleção das várias passagens que aparecem na seção de leituras bíblicas.

Oração

O ministro reconhecerá a soberania de Deus e pedirá a sua bênção sobre o culto que celebrará.

Dados sobre a pessoa falecida e sua família

O ministro informará sobre o lugar de nascimento da pessoa falecida, os lugares onde viveu, seus familiares. Estes e outros dados deverão ser confirmados antecipadamente pela família.

Leitura bíblica

O ministro lera um salmo, ou a passagem bíblica favorita da pessoa falecida (por exemplo, o Salmo 23).

Oração

O ministro agradecerá a Deus pelo fortalecimento e o consolo que a Palavra nos dá, e lhe pedirá que esta atue na vida dos seres mais queridos da pessoa falecida.

Hino especial

Um solista ou um grupo musical cantará um hino.

Homenagem póstuma

Um dos membros da família que melhor conhecia a pessoa falecida falará durante alguns minutos sobre as virtudes mais destacadas da pessoa, aquelas que ficaram gravadas na memória de seus amigos.

Mensagem

O ministro escolherá nas Sagradas Escrituras um tema que encoraje, anime e console os presentes, e os faça refletir sobre a vida e a morte.
A mensagem seguinte, incluída aqui como modelo, destaca as virtudes que caracterizavam a pessoa falecida:

"Nosso amigo... dorme"

Texto: João 11:11

Esta expressão bíblica é muito mais que uma força de expressão. É uma realidade. Não é só uma maneira de suavi­zar a dura realidade da morte. É uma verdade que se encontra na Bíblia, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

Por que Jesus se referiu à morte como um "sono"? Por­que ele sabia que é certo o que o salmista diz no Salmo 127:2, que "Ele dá aos seus amados o sono."

Ao nos referirmos a__________________ (nome da pes­soa falecida) como amigo(a), conseguimos envolver a todos os presentes, porque era amigo(a) íntimo(a) de sua(seu) esposa(o), de seus sogros, de seus filhos e de seus netos, como também amigo(a) de todos os que tiveram a oportunidade de sê-lo. Era um(a) amigo(a) no sentido mais completo da pala­vra, como expressa Provérbios 17:17: "em todo tempo ama o amigo". Assim era __________________ (nome da pessoa falecida): Amava a todo mundo em todo tempo.

(O ministro relatará alguns episódios que ilustrem o fato da pessoa falecida ter sido um(a) amigo(a) exemplar).
Que significa para__________________ (nome da pes­soa falecida) o estar adormecido?

1. Significa ver a Deus

Em Atos 7:56-60, Estêvão, antes de adormecer, viu o céu aberto e o Filho do homem à direita de Deus Pai. Da mesma forma__________________ (nome da pessoa falecida) verá a Deus, pois em Mateus 5:8 Jesus diz: "Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus". __________________(nome da pessoa falecida) adorme­ceu em paz com Deus. Não existe sono mais agradável do que este.

2. Significa reunir-se com amigos que partiram antes dele

Em Atos 13:36 Paulo diz que "tendo Davi no seu tempo servido conforme a vontade de Deus, dormiu e foi posto junto de seus pais".__________________ (nome da pessoa falecida) acabou de ter a oportunidade de reunir-se com seus amigos ou seus pais, caso estes o tenham antecedido.

3. Significa esperar reunir-se com seus amigos no futuro

Em sua primeira carta aos Tessalonicenses, capítulo 4, versículos 14 a 18, Paulo escreveu estas palavras de suprema esperança e incomparável consolo: "Cremos que Jesus mor­reu e ressurgiu, assim também cremos que aos que dormem em Jesus, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Pois o mesmo Senhor descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vi­vos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras."

Isto nos servirá de consolo e encorajamento, e manterá a certeza de que iremos encontrar ________________ (nome da pessoa falecida) no céu. Mas isso dependerá de nós. Seja nos preparamos devidamente, e se nos mantivermos fiéis a Deus, nós nos encontraremos com ele (ou ela) um dia, certa­mente não muito distante.

Deste modo, ao pensar em nosso(a) amigo(a) __________________(nome da pessoa falecida), lembra­mos que ele(a) adormeceu, e que isto significa que ele(a) des­pertará para viver por toda a eternidade com Cristo. De ma­neira que agora só falta a nós, em tempo muito próximo, nos reunirmos a ele(a) para morarmos juntos "na casa do Senhor, por longos dias".

Hino cantado pela igreja

Um hino solene será cantado ou um hino favorito da pessoa que faleceu, que seja adequado para a ocasião (por exemplo, Tantos como a areia da praia).

Entrega do corpo à terra

O ministro dirá:
"Estamos reunidos para tornar a lembrar o que é eterna­mente sagrado por ser um dom da parte de Deus. Somos sus­tentados por uma fé mais poderosa que a morte, e temos a certeza de que a vida se estende para além deste lugar, avan­çando por toda a eternidade. Nessa confiança nós nos reuni­mos aqui para deixar a parte mortal de nosso(a) irmão(ã) nes­te lugar de descanso. Estamos rodeados da natureza maravi­lhosa que Deus criou, e estamos convictos de que teremos um lugar de descanso, não feito por mãos humanas, mas pelo próprio Deus eterno."

Bênção pastoral
"Ao que pode fazer muitíssimo mais que tudo o que pe­dimos ou imaginamos, segundo o seu poder que atua em nós, a ele seja a glória na Igreja e em Cristo Jesus por todas a gerações, pelos séculos dos séculos! Amém."

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Dicas para cerimônia fúnebre

Dicas para cerimônia fúnebreO pastor e a igreja precisam tomar certos cuidados práticos, sempre que ocorrer o falecimento de alguém da igreja.

 

Assim que receber a notícia da morte de um dos membros de sua igreja, o pastor (ou um representante designado por ele) deve imediatamente ir à residência dos familiares para oferecer sua ajuda e consolo espiritual.

 

É importante verificar os planos da família para o funeral, fazer sugestões pertinentes e ajudar em tudo o que for possível. O ministro deve agendar a hora o local do funeral e se a cerimônia fúnebre será realizada na igreja, numa capela mortuária ou na residência do falecido. É de muita ajuda à família orientações no sentido de que se evitem certos gastos excessivos, como sucede com muita frequência quando as emoções profundas atacam o interior das pessoas.

 

Este cerimonial, do ponto de vista humano, é o que menos agrada ao ministro oficiante, porém não se pode fugir ao dever do ofício. Ademais, é uma oportunidade para se evidenciarem aos valores espirituais com que o Espírito de Deus dotou aquele servo que agora passou para o Senhor.

 

Cabe, portanto, ao oficiante de cerimônia fúnebre observar as recomendações que abaixo seguem:

 

Em primeiro lugar, deve-se conhecer a condição espiritual e o testemunho da pessoa falecida, para evitar pronunciamentos inverídicos que possam criar constrangimento. É sempre bom que se faça alusão à pessoa a ser sepultada quando da sua existência se possa tirar algum bom exemplo para aplicá-lo em forma de conselho espiritual aos que estiverem presentes ao ato. Conhecer os membros da família antes de iniciar a cerimônia é uma medida prudente já que esses precisam de uma palavra de conforto no momento. Deve o oficiante conhecer o local e o horário do sepultamento, com segurança.

 

Passos a serem dados:

 

1 – Comparecer no local do sepultamento pelo menos uma hora antes. Nunca é uma atitude agradável chegar às carreiras quando o momento é de tristeza para as pessoas que nos são caras em Cristo, pois representamos, então, como ministros, as pessoas mais capazes de ajudá-los espiritualmente nessa fase.

 

2 – Iniciar com uma oração, pedindo a Deus a sua graça para a cerimônia. O tom de voz deve ser moderado, nunca como se estivesse pregando numa cruzada ou no púlpito. Começar dizendo do significado do ato, que , sendo de dor e tristeza pela separação do ser querido que partiu, é, no entanto, uma oportunidade para renovar a nossa memória quanto às promessas do Senhor Nosso Deus.

 

Se o testemunho deixado pela pessoa objeto do ato fúnebre foi um exemplo de fé e obediência à Palavra do Senhor, torna-se isso causa de grande inspiração para quem oficia o ato, e para todos os que fizerem uso da palavra.

 

3 – Fazer a leitura da Palavra de Deus, usando entre outros, alguns dos seguintes textos: 1 Tessalonicenses 4.13-18; 2 Coríntios 1.5-7;5.1-10; 1 Coríntios 15.39-55; Salmo 116.15; Apocalipse 14.13;21.3,4. feita a leitura, fazer explanação, de acordo com a inspiração que recebeu, mas com concisão e objetividade, usando tom de voz compatível com o momento. Se houver mais alguém para falar, deve-se ter conta o fator tempo quando franquear a palavra. É recomendável que o oficiante estabeleça limite de tempo para cada um que vai falar:

 

Nota: Os cânticos só deverão ser executados com autorização da família enlutada.

Nunca por iniciativa do oficiante ou de pessoas alheias à família, para evitar que alguém se sinta ferido, em lugar de confortado. O cântico deve fazer parte do testemunho da esperança do crente e servir de conforto espiritual aos familiares, e nunca ser interpretado como um ato de insensibilidade ao acontecimento. Os cânticos devem ser entoados em tom de piano (baixo), com a melhor harmonia possível, tudo para glória de Deus.

 

4 – Após o ato, o oficiante fará mais uma oração, suplicando a Deus consolação para todos e, em se tratando de passagem de um fiel servo de Deus, deve-se agradecer ao Senhor o tempo que ele passou entre nós, e pelos exemplos de fé que nos legou.

 

5 – Após esta oração o oficiante dirá: “Está concluída a cerimônia e a condução do sepultamento fica a critério da família”.

 

6 – Sendo o local e tempo favoráveis poderá ser dada uma breve palavra quando o corpo descer á sepultura, porém nem sempre isso se faz necessário. Nesse momento, a presença do oficiante se presta mais para dar apoio à família e orientar na parte espiritual, evitando que se cometam atos que choquem as consciências cristãs gerando mau testemunho.

 

Nota: Às vezes, somos convidados para dar auxílio espiritual a uma família cujo
falecido não é crente. Em tais circunstâncias, nada temos a mencionar quanto à
pessoa do extinto, mas tão-somente aproveitar a oportunidade de se viver preparado para o instante do chamamento à eternidade. A ocasião é muito oportuna para se dizer que sem Cristo nesta vida, a eternidade não será feliz. Se alguém se decidir por Cristo naquele momento, sem apelo, não devem ser feitas alusões à pessoa do morto, dizendo que foi ou não salvo. Não somos juízes nessas ocasiões. Somos anunciadores da fé em Cristo.
 
O serviço fúnebre é um momento onde há oportunidade para meditação e
reflexão e pode-se alcançar uma audiência bem heterogênea com a mensagem de
esperança e salvação de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. O pastor deve chegar sempre bem adiantado, jamais em cima da hora em ocasião como essas. Durante a cerimônia propriamente dita, o pastor deve usar roupa escura; uma camisa branca ou escura ficará bem. A mensagem deve ser simples, breve, para não perder seu objetivo principal: consolar a família e levar os ouvintes a um momento de reflexão sobre um futuro encontro com Deus. O tom de voz deve ser moderado, nunca como se estivesse pregando numa conferência evangélica ou um sermão exortativo. É preciso que se planeje a ordem de culto, para que tudo saia sem surpresas desagradáveis ou hilariantes. Antes de começar a cerimônia, o pastor deve pedir a autorização da família e solicitar a atenção de todos os presentes.

 

Há muitas passagens bíblicas oportunas para esse momento. Algumas destas
passagens são: Salmo 46; Salmo 90; Apocalipse 14.13; João 11.25,26; Apocalipse
21.3-7; 1 Tessalonicenses 4.13-18; João 5.28-29; 1 Coríntios 15.42-44; 1 Coríntios 15.53-55; João 14.1,2.

 

Os hinos e as músicas especiais devem ser calmas e devem falar  da ressurreição, do céu, da vida eterna e do consolo de Deus.
 
É importante no início da cerimônia fazer-se um relato breve da vida da pessoa
falecida: onde nasceu, onde viveu, quando foi batizado, sua família, números de filhos e netos, seu trabalho e suas amizades da igreja.Esses dados devem estar escritos e confirmados pelas pessoas da família. Nessa parte introdutória, bem como no sermão, não se deve falar sobre os defeitos do morto e nem exagerar suas virtudes.

 

No caso de um descrente, nunca se deve dizer se foi ou não salvo. A ocasião é própria para consolo e evangelização. No culto fúnebre, deve-se falar sobre a brevidade da vida e o preparo que cada um tem de fazer para encontra-se com Deus, no além. Nunca se deve apelar para o emocional dos familiares durante a cerimônia, pois isto além de ser desonesto, pode trazer um sentimento negativo dos parentes com relação à igreja.

 

É comum no Brasil que o ministro acompanhe a família ao cemitério. Nesse caso, deve-se fazer uma breve cerimônia: normalmente canta-se um hino, faz-se uma leitura bíblica, ora-se invocando a bênção de Deus sobre a família enlutada, e pode-se terminar com as seguintes palavras: “Entregamos o corpo de nosso irmão (ã) _______________ à terra, sabendo que sua alma está com Cristo ( se for cristão autêntico) gozando parte das delícias do paraíso. Seu corpo aguardará a ressurreição do último dia, quando Cristo, cheio de poder e majestade, volta para julgar os vivos e os mortos.

A terra e o mar entregarão os seus mortos e os corpos corruptíveis dos que dormiram em Cristo serão transformados e feitos semelhantes ao Seu glorioso corpo, segundo a poderosa obra pela qual pode sujeitar a si todas as coisa. Bem aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham”.

 

Então o ministro despede as pessoas com a bênção apostólica e o corpo é baixado á sepultura.

 

Pr. Vladimir Calisto